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Congressistas americanos criticam ações de Facebook e Google

Líderes das empresas, além dos CEOs de Amazon e Apple, foram chamados para prestar contas sobre potenciais práticas anticompetitivas

Da Redação

30/07/2020 às 13h30

Foto: Reprodução

Jeff Bezos (Amazon), Tim Cook (Apple), Mark Zuckerberg (Facebook)e Sundar Pichai (Alphabet/Google) compareceram nesta quarta-feira (29) em um painel promovido pela comissão de justiça da Câmara dos Deputados norte-americana para falar sobre as acusações de que as empresas (que, juntas, estão avaliadas em cerca de US$ 5 trilhões de valor de mercado), concentram uma participação muito grande do mercado e acabam diminuindo a competitividade do setor. 

Durante o painel, membros do Congresso questionaram algumas das ações tomadas pelos negócios de Facebook e Google, que atuam de forma ampla em questões que envolvem conteúdo.  

Em determinado momento da audiência, de acordo com a Reuters, o democrata David Cicilline, que é presidente da subcomissão de defesa da concorrência, perguntou à Pichai: “Por que o Google rouba conteúdo de empresas honestas?”, acusando a empresa de tirar avaliações publicadas no site de resenhas Yelp e anexando-as aos seus resultados de busca. 

“Nós agimos de acordo com os mais elevados padrões”, afirmou o CEO da Alphabet, negando as acusações de roubo de conteúdo 

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Em audiência, Tim Cook defende modelo de negócio da loja de aplicativos da Apple

CEO e cofundador da rede social Facebook, Zuckerberg recebeu acusações sobre a compra do Instagram, no sentido que a empresa adota uma estratégia de compra, copiar ou eliminar uma concorrente que possa competir com a atenção dos usuários no longo prazo. 

Em sua resposta, o executivo afirmou que o acordo de compra do Instagram passou pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) e que, na época, o serviço não tinha o tamanho de agora. “As pessoas não pensavam que eles competiam conosco naquele espaço”, disse Zuckerberg. 

Já o deputado republicano Jim Jordan acusou as companhias de estarem “atingindo os conservadores”, ao remover conteúdos publicados por membros dessa ala. Ambas as empresas negaram as acusações.

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