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WatchGuard apresenta previsões de cibersegurança para 2021

Questões como privacidade em dispositivos inteligentes e automação de campanhas de phishing foram alguns dos temas mencionados

Da Redação

04/12/2020 às 10h00

Foto: Adobe Stock

Empresa de segurança e inteligência de redes, a WatchGuard divulgou recentemente suas previsões de cibersegurança para 2021. De acordo com a marca, uma tendência é o surgimento de ameaças que explorem de forma mais elaborada as lacunas de segurança causadas pelo trabalho remoto.

Confira outros temas que a WatchGuard acredita que estarão presentes no próximo ano:

Automação impulsiona a onda de campanhas de spear phishing

Spear phishing é uma técnica de ataque que envolve e-mails maliciosos altamente direcionados e convincentes que incluem detalhes específicos e precisos sobre um determinado indivíduo ou empresa.

Historicamente, o spear phishing é uma atividade de alto investimento e potencialmente de alto retorno para hackers, que exige processos manuais e demorados. Isso vai mudar em 2021.

Os cibercriminosos já começaram a criar ferramentas que podem automatizar os aspectos manuais do ataque. Ao combinar essas ferramentas com programas que verificam dados de redes sociais e sites de empresas, os phishers podem enviar milhares de emails de spear phishing detalhados e confiáveis, com conteúdo personalizado para cada vítima.

Revolta dos usuários com a privacidade dos dispositivos inteligentes

Os sistemas inteligentes como Alexa, Siri e Google Assistant, entre outros, agregam valor e conveniência ao automatizar as luzes, a temperatura ambiente, as fechaduras das portas e muito mais.

Embora todas essas tecnologias certamente tenham recursos muito úteis e benéficos, a sociedade está começando a perceber que dar às empresas tanto conhecimento não é saudável.

Os usuários estão começando a aprender que os algoritmos de mapeamento de dados que as empresas de tecnologia usam para categorizar e para quantificar e analisar as suas ações podem ter consequências indesejadas. É por isso que os usuários farão os fornecedores levarem mais a sério a privacidade de dispositivos domésticos e de consumo da Internet das Coisas (IoT) em 2021.

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