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Vivo Empresas lança plataforma para que PMEs migrem serviços para nuvem com segurança

Chamada Vivo Cloud Security Assessment, plataforma foi criada para viabilizar aos pequenos e médios negócios ida mais rápida ao cloud computing

Da Redação

22/10/2020 às 16h00

Foto: Adobe Stock

Divisão da Vivo para o mercado B2B, a Vivo Empresas lançou recentemente a solução Vivo Cloud Security Assessment, plataforma pensada para atender PMEs a verificarem se as políticas de segurança de suas plataformas de nuvem, sejam elas públicas ou multicloud, estão sendo bem aplicadas e quais melhorias podem ser feitas. 

Em comunicado, a companhia explicou que o desenvolvimento da solução foi pensado para atender a demanda das pequenas e médias empresas, que precisam de uma plataforma que permita a migração de dados sem comprometer o andamento negócio e também fornecer aos negócios a recursos que permitam virtualizar atividades e processos, ganhando inclusive mais eficiência e produtividade. 

A solução também possibilita que o cliente tenha acesso unificado aos diagnósticos das configurações de segurança, detecção dos problemas de configuração e mapeamento de deficiências mesmo em ambientes multicloud. 

"A falta de um sistema de segurança da informação ou o uso das redes por profissionais sem treinamento são os fatores que mais colocam as empresas na mira de cibercriminosos. Se a migração para modelos de cloud já era uma tendência pré-Covid 19, agora ela se torna uma ferramenta essencial para manter as empresas, especialmente as pequenas e médias, competitivas”, explica Joaquin Hernandez, ead de Segurança da Informação B2B da Vivo. 

“Mas é necessário que esse processo seja seguro de ponta a ponta para que elas absorvam todas as possibilidades e benefícios de uma operação virtualizada", complementa. 

Dados recentes do Gartner mostram que os investimentos globais em segurança da informação para 2020 devem crescer 2,4%, ante a projeção de 8,7%, feita no final do ano passado. No entanto, os investimentos específicos em segurança na nuvem devem fechar o ano com expressiva alta de 33%. 

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