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UE e organização de Bill Gates promovem projetos de energia sustentável com parceria

Veículo de financiamento de energia sustentável de Bill Gates impulsionará, com a União Europeia, projetos com foco na redução das emissões de CO2

Redação

04/06/2021 às 10h00

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A União Europeia anunciou parceria com a organização de energia sustentável de Bill Gates para permitir novos investimentos em tecnologia de energia limpa e sustentável no valor de US$ 1 bilhão (€ 820 milhões) a partir do próximo ano, até 2026. O objetivo é escalar tecnologias que atualmente são muito caras para competir com as tecnologias existentes baseadas em combustíveis fósseis, segundo informações do site TechCrunch.

O financiamento será destinado a projetos baseados na UE, concentrados, inicialmente, a quatro setores que estão sendo priorizados pelo potencial de proporcionar reduções substanciais nas emissões regionais: Hidrogênio verde; Combustíveis de aviação sustentáveis; Captura direta de ar; e Armazenamento de energia de longa duração.

A comissão europeia e a organização Breakthrough Energy, de Gates, já trabalharam juntas no financiamento de investimentos sustentáveis e afirmam que irão continuar trabalhando na definição do programa nos próximos meses. Juntas, pretendem se preparar para ter algo mais objetivo para anunciar na Climate Change Conference UK 2021 (COP-26), em novembro.

Esta última parceria anunciada, no entanto, supera o fundo de € 100 milhões que a UE estabeleceu em 2019 com seu braço de financiamento de investimento de risco, de acordo com a publicação.

Agora, a comissão fez parceria com Breakthrough Energy Catalyst, programa de financiamento dentro da organização de Gates que visa acelerar o desenvolvimento e adoção de tecnologias necessárias para sustentar uma economia de baixo carbono. A ideia é mobilizar até 10 vezes mais do que o fundo anterior para desenvolver, em grande escala, projetos de demonstração comercial de tecnologias limpas, diz o TechCrunch.

O bloco é um grande emissor de CO2, mas se comprometeu a alcançar emissões líquidas zero até 2050, sob o Acordo Verde Europeu.

“Com nosso Acordo Verde Europeu, a Europa quer se tornar o primeiro continente neutro para o clima até 2050. (...) A Europa também tem a grande oportunidade de se tornar o continente da inovação climática. Para isso, a Comissão Europeia mobilizará investimentos maciços em indústrias novas e transformadoras ao longo da próxima década. É por isso que estou feliz em unir forças com a Breakthrough Energy. Nossa parceria apoiará empresas e inovadores da UE a colher os benefícios das tecnologias de redução de emissões e criar os empregos de amanhã”, disse, em comunicado, Ursula von der Leyen, presidente da UE.

Do lado da UE, o financiamento partirá do principal fundo de Pesquisa e Desenvolvimento do bloco, o Horizon Europe, e também do Fundo de Inovação voltado para baixo teor de carbono no âmbito do programa InvestEU, o qual é aberto a investimentos nacionais por parte dos Estados-Membros da UE. Enquanto o Breakthrough Energy Catalyst mobilizará capital privado equivalente e fundos filantrópicos para financiar os projetos selecionados.

“A descarbonização da economia global é a maior oportunidade de inovação que o mundo já viu. A Europa desempenhará um papel fundamental, tendo demonstrado um compromisso inicial e consistente com o clima e uma liderança de longa data em ciência, engenharia e tecnologia. Através desta parceria, a Europa estabelecerá um terreno sólido para um futuro líquido zero, no qual as tecnologias limpas são confiáveis, disponíveis e acessíveis para todos”, disse Gates, fundador da Breakthrough Energy, em outra declaração de apoio.

Energia renovável e transporte limpo também foram áreas de foco para o enorme fundo de recuperação de coronavírus "Next Generation EU" de 750 bilhões de euros criado pela comissão no ano passado, com esse dinheiro indexado para ser canalizado através de programas da UE entre 2021 e 2024.

Os legisladores do bloco também sugeriram que a digitalização e as tecnologias de IA, que são outras áreas nas quais está atrelada a grandes investimentos, desempenharão um papel fundamental de apoio na transição verde da Europa, diz a publicação.

(Com informações de TechCrunch)

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