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Transformação digital: tecnologias remotas foram aceleradas, mas cenário preocupa

Quase 1 em cada 3 empresas pesquisadas está preocupada com a possibilidade de suas organizações não sobreviverem nos próximos anos

Da Redação

14/10/2020 às 8h00

Foto: Adobe Stock

Enquanto muitas empresas fizeram avanços significativos na disponibilização de tecnologias e experiências remotas para clientes e funcionários, a estratégia de transformação digital como um todo, vista de forma crucial para garantir a continuidade dos negócios, precisou ser paralisada por conta da Covid-19. 

Essa percepção foi coletada durante a edição 2020 do Índice de Transformação Digital da Dell Technologies, produzido pela consultoria Vanson Bourne entre os meses de julho e agosto, após ouvir 4,3 mil profissionais em posições de liderança, espalhados por 18 países e divididos em 18 setores. 

De acordo com a análise, projetos envolvendo segurança cibernética, recursos de trabalho remoto, experiências digitais para clientes e funcionários e mais uso de análise de dados foram priorizados e e acelerados nos últimos meses. 

Porém, metade das organizações entrevistadas se preocupa por não ter feito a transição com rapidez suficiente, mesmo com 79% dizendo que estão reinventando seu modelo de negócios na hora.  

Por conta desse cenário, quase 1 em cada 3 empresas pesquisadas está preocupada com a possibilidade de suas organizações não sobreviverem nos próximos anos, sendo que 60% dos entrevistados disseram que perderão mais empregos e levarão anos para retornar à lucratividade. 

Obstáculos e investimentos 

O estudo aponta quais fatores são considerados pelas empresas como os principais impeditivos para a implementação de uma política de transformação digital que compreenda todo o negócio: 

  1. Preocupações sobre privacidade de dados e segurança; 
  2. Falta de orçamento e recursos; 
  3. Incapacidade de extrair análises valiosas de dados e/ou dificuldade em lidar com grande volume de informações; 
  4. Falta de crescimento econômico (Inédito no estudo); 
  5. Ausência de profissionais internos com conhecimento e experiência em áreas como análise de  dados e tecnologia ;
  6. Mudanças nas leis e legislações; 
  7. Falta de alinhamento e colaboração dentro da companhia sobre a cultura digital; 
  8. Ausência das tecnologias corretas para auxiliar no momento de otimização; 
  9. Falta de uma visão e aplicação coerente de estratégia digital; 
  10. Fraca estrutura e governança digital fracas. 

A pesquisa também apresentou as áreas nas quais as empresas pretendem investir nos próximos três anos, apresentando tanto tecnologias consideradas essenciais como a aposta em recursos considerados emergentes: 

Investimentos no médio prazo (até 3 anos) em tecnologias fundamentais:

  • Soluções em cibersegurança (43%) 
  • Ferramentas de gestão de dados (39%) 
  • Infraestrutura em 5G (37%) 
  • Ambientes multi cloud (35%) 
  • Softwares de privacidade (35%) 

Investimentos no médio prazo (até 3 anos) em tecnologias emergentes: 

  • Algoritmos de inteligência artificial (32%) 
  • Robotização comercial e industrial (29%) 
  • Aplicações de borda em tempo real (28%) 
  • Interface natural de usuário (24%) 
  • Computação quântica (16%) 

*Com informações do ZD Net 

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