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Sindicato dispara contra proposta de patrões de TI: meia hora de almoço

Comissão patronal propõe também 2,75% de reajuste nos salários e auxílio-refeição

Da Redação

23/01/2019 às 8h58

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Foto: Shutterstock

Legenda: profissional data center

A segunda rodada de negociação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2019, realizada na última terça-feira (22/1) terminou sem acordo entre sindicato e empresários do setor de TI. Longe disso. O Sindpd, sindicato que representa os trabalhadores de TI, disparou contra as propostas da comissão patronal.

A primeira delas é a proposta de meia hora de almoço, classificada pelo sindicato como "absurda". Ainda, outro item é o reajuste de 2,75% nos salários e auxílio-refeição, o que, como destaca o Sindpd, não cobre sequer a inflação de 2018.

Além disso, os empresários querem que o tempo gasto pelo trabalhador em viagens a serviço não seja computado como horas in itinere; a não obrigatoriedade de pagamento de PLR; que o trabalhador pague a taxa de homologação das rescisões de contrato no Sindpd; além do fim da obrigatoriedade de as empresas pagarem o adiantamento de salário.

Antonio Neto, presidente do Sindpd, classificou as propostas como surreais e afirmou que não admitirá retrocessos na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. "É um absurdo que os patrões estejam tentando inverter o processo de negociação, trazendo para mesa uma proposta desrespeitosa para os trabalhadores, numa tentativa de suprimir todo e qualquer direito e esfacelar a CCT", disparou.

Contraproposta

Como contraproposta, Neto apresentou à comissão patronal 6% de reajuste nas cláusulas econômicas, R$ 20 para o auxílio-refeição, licença-maternidade de 180 dias, criação do auxílio-alimentação além do já garantido pela CCT e a manutenção de toda a pauta enviada pelo Sindpd aos empresários, bem como rechaçou todas as cláusulas que retiram direitos da categoria e enfraquecem a Convenção Coletiva.

Neto destaca que a CCT dos trabalhadores de TI é mais que um documento que protege a categoria. "Ela é um instrumento para assegurar os direitos dos trabalhadores de TI e também, de certa forma, uma ferramenta importante para regrar o mercado de trabalho, que também dá segurança às empresas", reiterou.

A próxima rodada será realizada no dia 29, às 15h.

Confira a íntegra da proposta patronal

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