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Highline do Brasil ganha exclusividade na compra da divisão móvel da Oi

Empresa, que é especializada na produção de infraestrutura de telecomunicações, fez a melhor oferta para a aquisição da vertical

Da Redação

23/07/2020 às 10h33

Foto: Adobe Stock

Na noite desta quarta (22) a Oi emitiu um fato relevante comunicando o fechamento de um contrato de exclusividade com a companhia Highline do Brasil para a compra da UPI Ativos Móveis, que compreende toda a base de infraestrutura e telefonia móvel da empresa, deixando para trás Claro, TIM e Vivo, que haviam lançado um oferta na semana passada. 

De acordo com o documento divulgado pela empresa, a Highline apresentou a melhor oferta de compra da divisão, por um preço acima do valor mínimo de R$ 15 bilhões estipulado pela marca no mês de junho, quando colocou à venda essa e outras unidades de negócio. 

“Pelo Acordo” escreveu a Oi em comunicado, “a Companhia concedeu à Highline exclusividade para, observados os termos e   condições   previstos no Acordo e   mantidos   os   termos   econômicos   da   proposta vinculante apresentada, negociar os documentos e anexos relativos à Oferta.” 

A notícia atual afasta uma preocupação do mercado de telecom de que, caso a compra fosse efetuada pelas três operadoras, a competitividade e desenvolvimento do setor poderiam ser prejudicados. No início da semana, a Telcomp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitiva), divulgou um comunicado manifestado essa preocupação. 

Fundada em novembro de 2012, a Highline do Brasil tem sede em São Paulo e se classifica como uma “provedora independente de soluções de infraestrutura para a indústria de telecomunicações”. No seu site, a empresa oferece soluções de hardware internos e externos para clientes como shoppings, hospitais e estádios, entre outros.  

Segundo a Oi, o contrato de exclusividade deve ir até 3 de agosto, mas pode ser renovado caso os dois lados concordem. 

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