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Claro, Telefônica e TIM ganham preferência na compra de ativos móveis da Oi

Proposta de valor mínimo pela venda da divisão será de R$ 16,5 bilhões

Da Redação

10/09/2020 às 16h00

Foto: Shutterstock

Em fato relevante publicado nesta semanal, a Oi comunicou ao mercado a assinatura de uma proposta na qual as empresas terão a chance de igualar o valor de qualquer outra oferta feita divisão de ativos móveis da empresa, cujo preço mínimo de compra está em R$ 16,5 bilhões. 

Por conta da assinatura desse contrato, a Oi não pode mais aceitar outra proposta de igual valor vinda de outro negócio daqui em diante, só entram em consideração ofertas acima da soma já apresentada pelas três empresas. 

Claro, Telefônica/Vivo e TIM estão em negociações exclusivas com a Oi desde agosto, após apresentar o valor atual de venda que, até o momento, não recebeu nenhuma contraproposta. Além da compra da divisão (que inclui de assinantes até prédios administrativos), as empresas também assinarão um contrato de longo prazo para o uso da rede fibra da Oi, avaliada em R$ 819 milhões. 

Em recuperação judicial desde 2016, a Oi apresentou em junho um aditamento ao seu Plano de Recuperação propondo a venda de unidades produtivas isoladas (UPIs), verticais inteiras de negócio da marca, como a divisão de telefonia móvel, a de infraestrutura de telecomunicações, data center e parte da vertical de fibra ótica. 

Na terça, a proposta de venda das UPIs foi aprovada pela assembleia de credores da empresa em reunião realizada na última terça-feira (08). 

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