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2030 é o ano em que o Google quer operar com 100% de energia limpa

Desde 2007, companhia trabalha na meta de conduzir seus negócios sem dados ano meio ambiente

Da Redação

16/09/2020 às 16h00

Foto: Adobe Stock

Na segunda (14) o Google anunciou em comunicado que eliminou todo nesta data o seu legado de carbono, explicando que todo CO2 já consumido pela empresa da sua fundação até o momento atual foi compensado por iniciativas voltadas à conversação ecológica. Na mesma mensagem, a empresa anunciou que pretende operar de forma 100% já no ano de 2030. 

“Para isso, o Google vai investir em estratégias que permitam obter energia limpa e confiável em todos os lugares, a qualquer hora do dia. Adotaremos medidas como usar fontes eólicas e solares juntas, e aumentar nossa capacidade de armazenar energia em baterias”, explicou o CEO Sundar Pichai em postagem feita no blog da empresa. 

“Estamos trabalhando também para que a Inteligência Artificial (IA) nos mostre como otimizar a demanda por eletricidade e aumentar a precisão das previsões sobre nossa necessidade de uso, complementa. 

A companhia também informou que, dentro dessa agenda de sustentabilidade, ampliou a base de dados atendida pelo Explorador de Ideias Ambientais, que apresenta dados de emissão de carbono e ideias de uso de energia limpa que podem mitigar ou reduzir essa produção. O serviço ampliou a apresentação de dados de 100 para 3 mil cidades. 

Apesar de apresentar a iniciativa de maior impacto geral, o Google não está sozinho nos esforços para fomentar o uso de energia limpa em seus serviços. Em julho, a Apple se comprometeu a neutralizar sua emissão de carbono até 2030 e, no final da semana passada, a Uber também definiu 2030 como o ano para que os carros de motoristas parceiros de algumas cidades sejam 100% elétricos. 

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