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Gastos com TI no Brasil vão crescer 2,5% em 2020, de acordo com Gartner

Segundo consultoria, gastos com tecnologia no país vão totalizar US$ 64 bilhões no próximo ano

Da Redação

04/11/2019 às 13h00

Foto: Shutterstock

Os investimentos em tecnologia da informação continuarão a crescer no país. A análise, divulgada pela consultoria Gartner, estima que os gastos com TI no Brasil totalizarão US$ 64 bilhões em 2020, um aumento de 2,5% em relação ao acumulado em 2019.

De acordo com a análise da instituição, os investimentos serão impulsionados principalmente por conta das conformidades regulatórias que as marcas precisam cumprir para se adaptarem às novas regulações, como o GDPR (na Europa) e LGPD (no Brasil).

Nuvem também contribui

Por conta dessa preocupação, os gastos gerais com segurança aumentaram 10,5% em 2019, com a segurança para Computação em Nuvem projetada para crescer 41,2% nos próximos cinco anos.

A nuvem é outra área responsável por impulsionar os investir em tecnologia da informação. Porém, o Gartner ressalta que a velocidade dessa atualização varia bastante de acordo com o país.

Os Estados Unidos estão na vanguarda, respondendo por mais da metade dos gastos globais neste segmento. Já o Brasil, que gasta cerca de 2% de todo seu investimento em serviços de Nuvem pública, pode ser considerado um País com um ritmo lento nesse aspecto.

"Os países com investimentos mais baixos estão atrás dos Estados Unidos em gastos com Nuvem por quatro ou mais anos", diz John-David Lovelock, VP de pesquisa da empresa. “As taxas de crescimento ainda podem ser fortes, mas esses países foram mais lentos para adotar totalmente a Cloud Computing como um todo. Os líderes empresariais e CIOs (Chief Information Officers) brasileiros estão cientes dos avanços digitais em outras geografias e definem direções alinhadas com esses players”.

Na análise de Lovelock, as companhias que contam com uma alta porcentagem de gastos em TI direcionados às aplicações em Nuvem se tornarão os líderes digitais do futuro. “A maioria das empresas é flagrada tentando cortar custos ou investir para crescer, mas as empresas com melhor desempenho estão fazendo as duas coisas. Um dos principais desafios do setor é como as organizações podem operar como uma empresa tradicional e uma empresa de tecnologia ao mesmo tempo”, afirma.

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