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Cinco conceitos fundamentais para desenvolvedores de aplicativos

Mercado de aplicativos tende a crescer com aumento da política de home office; entenda quais diretrizes podem impulsionar sua ideia

Da Redação

05/04/2020 às 12h00

Foto: Shutterstock

Mesmo em um momento delicado no cenário econômico mundial, que prevê retração durante e após o surto do novo coronavírus em diversos países, o mercado de apps continuará crescendo, justamente por serem aliados da população na solução de diversos problemas do dia a dia, ainda mais em situação de isolamento social.

Independente da categoria: comidas e bebidas, jogos, fintech/bancos ou compras, todos os dias desenvolvedores criam soluções que atendem aos mais diversos tipos de público e necessidades. Como tornar um novo aplicativo relevante, como monetizá-lo, como garantir downloads e visibilidade?

Muitas respostas para essas perguntas estão nas famosas e crescentes Adtechs - empresas de tecnologia de marketing, que por meio de plataformas inteligentes, ajudam o marketing de aplicativos a colocá-los e ainda torná-los rentáveis.

Somente no ano passado, foram movimentados mais de 57 bilhões de dólares em publicidade de aplicativos em todo o mundo (AppsFlyer). Instalações orgânicas já não representam tanto quanto usuários atraídos por meio de mídia paga. Mas entrar nesse mercado não é um bicho de sete cabeças.

"Todos os aplicativos devem ter em mente pelo menos cinco conceitos, sobre os quais existem adtechs capazes de atender às específicas demandas", diz Joizer Santos, diretor de novos negócios da Lemmonet, empresa de performance de apps - também uma adtech, no Brasil há três anos. "O caminho é perceber quais as lacunas que a estratégia do app ainda não preencheu com base nesses pontos que levantamos", demonstra:

1. Entenda que seu app também é mídia

Regra número um da monetização. Seu app também é mídia e é preciso inseri-lo no ecossistema de publicidade in-app. Para isso uma das soluções fazer parte do inventário de uma adnetwork (rede de mídias), e assim, seus usuários serão impactados com propaganda de outros apps ou marcas gerando renda para seu app.

2. Data driven, data driven, data driven

A melhor opção atualmente é criar campanhas de aplicativos guiadas por dados. Se isso não for levado em conta, serão campanhas de baixa acuracidade. Uma plataforma de dados poderá distribuir seus anúncios, seja em vídeo ou displays, para usuários que façam sentido.

Tudo isso pode acontecer de forma super rápida, com boa distribuição dessa publicidade por excelentes plataformas. O melhor de tudo: os resultados das campanhas rodadas são transparentes e o seu app poderá ver exatamente o que deu certo.

3. Atribuição de performance

É aí que entra a atribuição. Afinal, quais campanhas estão funcionando para downloads do seu app e quais não estão? Quais as mídias que trouxeram usuários e quais não deram retorno? Quais banners criativos têm a maior atratividade? Qual região tem maior interação com seu produto? Que tipo de sistema operacional ou aparelho de celular tem os melhores resultados?

Imagine que com uma adtech é possível saber disso em tempo real e assim mudar o rumo das suas campanhas, se elas estiverem conectadas com as maiores plataformas de atribuição e analytics do mercado.

4. User Experience - UX

A sigla não deve ser desconhecida. UX = experiência do usuário. Aqui entra a preocupação em melhorar constantemente a usabilidade do aplicativo levando em conta os feedbacks dos usuários.

É preciso um canal sério de comunicação com eles (seja por bots, seja chats, seja telefone - e para isso também pode contar com adtechs), que funcione para que as novas features do aplicativo melhorem cada vez mais. O aplicativo é um produto vivo, em constante mudança.

5. Campanhas com influenciadores

A grande sacada para campanhas de marketing digital está também em usar influenciadores das redes sociais que possam testar, falar sobre e recomendar o seu app.

A própria Lemmonet por exemplo, possui uma plataforma de cruzamento de campanhas com mais de cinco mil influenciadores cadastrados, que permite rodar publiposts sem a necessidade de uma agência intermediadora, ou de falar com um por um dos influencers escolhidos.

"Em meio a um difícil momento para comércio de rua e serviços em geral. Quem começou o ano de 2020 investindo no desenvolvimento de aplicativo, não precisa parar as operações, e pode ter esperança de um mercado em constante crescimento", finaliza Joizer.

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