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Histórias da nuvem: em 20 dias, HiperStream migra toda infraestrutura de TI

Empresa de processamento de missão crítica levou seu ambiente de TI para a nuvem da CSU.ITS, buscando flexibilidade e escalabilidade para os clientes

Por Oi

08/02/2019 às 15h33

hiperstream leva infraestrutura para nuvem CSU.ITS
Foto:

Às voltas com uma demanda crescente por processamento para atender seus clientes, e operando em um modelo de colocation, ou seja, com seus próprios servidores e sistemas de armazenamento hospedados em um data center remoto, a HiperStream, empresa de serviços digitais, sentiu, há cerca de um ano, a necessidade de renovar e expandir sua infraestrutura de TI para a nuvem, a fim de assegurar a performance e flexibilidade de seu ambiente e cumprir os acordos de nível de serviços (SLAs) firmados.

A HiperStream realiza tarefas de processamento de dados de missão crítica e comunicações em altíssima escala para seus clientes em vários períodos do mês. Essas sazonalidades recorrentes demandam alto poder de processamento e grande capacidade de armazenamento, exigindo contratos de SLA bastante agressivos. Para mudar a infraestrutura, era necessário um parceiro que conseguisse migrar tudo para um novo ambiente escalável com velocidade e sem interromper processos.

“Nós atuamos com processamento de dados de missão crítica e comunicações em altíssima escala. Então, realmente necessitamos de uma disponibilidade de 99,9%, como é definida nos contratos de SLA, porque nossos clientes operam em regime de 24×7. É como se fosse uma linha de produção, que não pode parar”, explica Fausto Lopes Almeida, head da HiperStream.

Em busca de melhor custo e escalabilidade

O executivo explica que como os custos de infraestrutura começaram a subir consideravelmente, com a aquisição de discos e poder computacional, a empresa começou a avaliar a migração do seu ambiente para a nuvem e a buscar no mercado um provedor de Cloud Computing que suprisse essas necessidades e, ao mesmo tempo, proporcionasse uma redução de custos permitindo uso escalável da infraestrutura.

A empresa escolhida para migrar todo o seu ambiente de processamento para um data center na nuvem foi a CSU.ITS, braço do Grupo CSU voltado à terceirização de serviços de infraestrutura de TI e cloud computing.

A escolha da CSU.ITS, segundo Fausto, se deu por uma série de fatores. “Um deles é que ela já era uma parceira de negócios da HiperStream, mas o que pesou mesmo para a contratação da empresa foi a garantia de atendimento de requisitos técnicos específicos, como segurança, capacidade de processamento e armazenamento, flexibilidade e custos”, enfatiza.

Jornada para a nuvem

O primeiro passo na jornada para a nuvem da HiperStream foi definir o ambiente que precisava e quais eram as necessidades de seus clientes. Foram analisados os contratos e verificados quais eram os requisitos técnicos dos clientes e as necessidades de processamento e disponibilidade. “A partir disso, fomos ao mercado buscar parceiros. Conversamos com mais de três fornecedores e optamos pela CSU, tanto por questões técnicas quanto de capacidade de prover o serviço, diz Fausto Almeida.

Ele diz que uma parte muito importante do projeto foi verificar justamente a capacidade de processamento da provedora de nuvem para atender os SLAs dos clientes da HiperStream. Depois de se certificar de que todos os requisitos técnicos estavam atendidos e o ambiente pronto, a empresa começou a migração.

“Alguns dos nossos clientes tiveram o processamento migrado de uma vez. Já outros precisamos fazer a migração de acordo com as janelas de disponibilidade”, conta Fausto Almeida, acrescentando que esse é um ponto importante a ser observado na jornada para nuvem de empresas de serviços digitais, porque elas dependem também da compatibilização dos seus clientes no processo. Por isso, diz ele, no projeto de migração, é superimportante estar alinhado com a área de TI do cliente para poder garantir a janela dessa operação no tempo correto.

Entendendo as necessidades do cliente

Outro aspecto a ser ressaltado no projeto de nuvem da HiperStream é que ela queria fazer a mudança com risco zero. Inicialmente, a empresa teve um custo maior porque decidiu manter a sua infraestrutura em paralelo com o ambiente na CSU, que já estava pronto. “Realizamos testes com dados reais em produção para ver como seria a performance e o funcionamento do ambiente. Depois que verificamos que estava tudo a contento, viramos a chave. Hoje todo o nosso processamento está com a CSU. É uma parceria muito forte, que está funcionando muito bem”, diz Almeida.

Entre o trabalho de análise e definição da infraestrutura até a primeira migração, a jornada levou 20 dias, calcula Fernando Casaloti, responsável pela área de Arquitetura de Soluções e produtos da CSU.ITS. Desde o início do projeto de migração para nuvem houve um engajamento muito grande de toda a equipe da HiperStream, o que foi vital para o sucesso e chegar ao modelo de parceria existente hoje, ressalta Casaloti.

“Buscamos desde o começo estudar o ambiente da HiperStream e entender como o nosso ambiente poderia se adequar às necessidades da empresa. Na fase de pré-venda, procuramos entender o negócio deles, as necessidades e afastar o receio de trazerem essa arquitetura para o ambiente de cloud computing da CSU”, explica Casaloti.

A análise inicial incluiu, segundo o executivo da CSU, entendimento dos SLAs dos clientes da HiperStream e a lista das capacidades computacionais, de CPUs, memória, storage, IOPS de storage e internet que necessitavam. “Começamos a analisar essas necessidades com base na nossa metodologia M3 [Match, Move and Manage], desenvolvida por nós para facilitar a jornada para a nuvem dos clientes. Na fase do Match (de análise), que chamamos de M1, decidimos que a melhor coisa a ser feita era utilizar a carga real de trabalho de um cliente da HiperStream, rodar dentro da nuvem e avaliar o resultado.”

Para isso, a CSU adotou o modelo AS-IS, muito usado em projetos de arquiteturas, capaz de gerar automaticamente um modelo integrado que represente uma realidade futura. Assim, a CSU alocou uma infraestrutura idêntica à que a Hiperstream possuía, além de garantir discos all-flash para todo o ambiente, a fim de eliminar possíveis gargalos e com ferramentas de monitoramento que pudessem acompanhar a demanda de I/O, processamento e memória.

Após a primeira execução e com o resultado em mãos, a HiperStream pôde verificar que foram mantidos os tempos dos processos batch em relação ao ambiente dedicado que a empresa possuía. Porém, a CSU propôs uma segunda execução dos processos com um dimensionamento otimizado, além da utilização de discos baseados na tecnologia de “tiering”, em o sistema de storage fica responsável por gerir a alocação dos dados de acordo com a necessidade.

Nesse segundo teste, Casaloti conta que os resultados se mostraram idênticos ao primeiro, comprovando que na realidade a movimentação para a nuvem utilizando tecnologias avançadas poderia otimizar o dimensionamento do ambiente, mantendo os resultados em comparação ao ambiente dedicado, além de se provar viável financeiramente.

Modelo sob demanda

O que permitiu que este modelo se encaixasse, foi o modelo de cobrança sob demanda, em que a HiperStream poderia contratar uma franquia de recursos computacionais para utilização de seu ambiente em condições normais, porém, teria à disposição uma capacidade superior para eventuais demandas não programadas, pagando somente o que consumir.

Outra vantagem, segundo Casaloti, é que a CSU trabalha com o modelo de data center virtual, em que, em vez de vender cada servidor como uma instância virtual, fornece uma capacidade computacional a qual pode ser dividida entre todas instâncias virtuais, independentemente da distribuição de discos, CPU e memória entre as instâncias, permitindo um crescimento mais granular, além de eliminar desperdícios de recursos.

A redução da ociosidade de recursos, aliás, foi um dos principais benefícios proporcionados à HiperStream com a migração para a nuvem citados por Fausto Almeida. Mas ele destaca também a flexibilidade e escalabilidade em caso de necessidade de crescimento do ambiente, sem perder o controle de custos. Isso, sem falar na eliminação dos custos operacionais e com manutenção da infraestrutura.

A história completa da migração da HiperStream para a CSU.ITS é contada com detalhes por Fernando Casaloti e Fausto Almeida em uma entrevista que aborda também os desafios e benefícios dessa mudança. Você pode assistir o vídeo dessa conversa nesse link.

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