Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Últimos favoritos Ver todos
Home  >  Brandspace Oi

Brandspace por: Oi Saiba mais O Brand Space é um espaço para matérias unidas por um tema específico produzidas pela nossa comunidade de anunciantes. As matérias trazem seus principais pensamentos, bem como sua visão e seu posicionamento. Nossa equipe editorial não participa da produção deste conteúdo.

A força dos dados

O que move as aplicações mais importantes do mundo

PATROCINADA

Como aproveitar ao máximo seu provedor de serviços gerenciados

Pesquisa da CompTIA sugere que CIOs devem apostar mais em parceiros que entendam seu negócio e possam ajudá-lo a atingir metas estratégicas

Por Oi

08/02/2019 às 15h36

Foto:

Decidir transferir para um provedor de serviços gerenciados (Managed Services Provider – MSP) uma parte de seus serviços de TI pode ser um grande benefício para as corporações. Mais do que apenas repassar atividades operacionais de tecnologia da informação, ter um MSP como parte de seu mix de TI pode liberar a equipe interna para projetos mais estratégicos.

Mas é essencial que a empresa consiga estabelecer uma parceria estratégica forte com o seu MSP. Uma pesquisa feita pela CompTIA nos EUA, chamada Fifth Annual Trends on Managed Services, aponta que a busca por foco mais estratégico para as equipes internas de TI apoiam o crescimento do segmento de managed services.

Carolyn April, diretora sênior de análise na CompTIA e autora do estudo, comenta que atualmente, muitos CIOs procuram serviços avançados como gerenciamento de infraestrutura em nuvem, gerenciamento de aplicativos e terceirização de processos de negócios. Há também aumento da demanda por serviços de análise de dados, Business Intelligence (BI) e monitoramento avançado de aplicações.

Fuja da comoditização

Em entrevista para a CIO.com, a diretora da CompTIA alerta os CIOs para não confundir aumento da oferta com comoditização, quando se trata de MSPs. Para April, é preciso resistir ao impulso de barganhar os serviços gerenciados.

“Procure MSPs que entendam do seu negócio e que falem menos de tecnologia”, diz ela. “Acredito que isso seja importante no contexto total. Você procura por um parceiro que fale de como seus serviços vão ajudar a avançar as metas da empresa do ponto de vista dos negócios e não apenas do ponto de vista tecnológico “.

Uma das pistas para encontrar o parceiro ideal é verificar seu histórico de mercado, “especialmente depoimentos de clientes existentes”. Uma bandeira vermelha é receber um contrato padronizado e um SLA engessado. Segundo a diretora da CompTIA, um bom parceiro é o que procura criar um contrato personalizado com base nos negócios e necessidades de cada cliente.

Fernando Casaloti, responsável pela área de Arquitetura de Soluções e produtos da CSU.ITS, braço do Grupo CSU voltado à terceirização de serviços de infraestrutura de TI e cloud computing, afirma que o mesmo movimento também pode ser observado no Brasil. “Buscamos estudar o ambiente do cliente e entender como o nosso serviço poderia se adequar às necessidades da empresa. Na fase de pré-venda, procuramos entender o negócio deles, as necessidades e afastar o receio de trazerem essa arquitetura para o ambiente de cloud computing da CSU”.

Parceiros, não substitutos

Também é importante observar que, embora as empresas dependam cada vez mais de provedores externos para uma parte de suas necessidades de TI, os MSPs complementam, ao invés de substituir a equipe de TI interna. “Muito poucas empresas eliminam equipes de TI porque contratam um MSP”, diz April.

Nas grandes empresas, a chegada de um MSP significa liberar a equipe de TI para se concentrar em trabalho e projetos mais estratégicos. “Isso eleva o status da equipe de TI, que sai das sombras dentro da empresa, e permite que se concentrem em atividades altamente estratégicas, como desenvolvimento de aplicações inovadoras ou uma iniciativa de nuvem”.

A pesquisa da CompTIA mostra que as razões pelas quais as organizações recorrem aos MSPs estão mudando. No passado, a redução de custos era vista como o principal benefício dos MSPs. Agora, diz April, os benefícios de custo são considerados apenas argumentos de venda e os clientes procuram por vantagens adicionais, como gerar receita e ajudar a empresa a se tornar mais eficiente.

Contingência como serviço

Até mesmo a segurança saiu do ponto de ser considerado um obstáculo contra os MSPs para ser uma razão para adotar. Na CSU.ITS, entre os projetos são feitos sob medida, respeitando as característica de cada cliente, está oferta de Contingency as a Service.

“Até tempos recentes os serviços de contingência no Brasil estiveram restritos a empresas de grande porte, ainda assim, não de forma ampla”, afirma Anderson Müzel, Diretor Executivo da CSU.ITS. A proposta da oferta Contingency as a Service, segundo ele, passa por oferecer modelos comerciais de serviços de contingência mais interessantes e flexíveis, como se fossem o seguro de um carro: há uma franquia mensal, que cobre os custos de manutenção do ambiente e armazenamento, e se for necessário usar o serviço de fato, em uma situação de desastre real, a cliente paga pelo poder computacional utilizado durante o período de desastre.

“Desta forma temos conquistado muitos clientes”, diz Müzel. A CSU.ITSentende que consegue tornar mais acessíveis à qualquer empresa os serviços de recuperação de desastres e continuidade de negócios em nuvem. A oferta junta os serviços de recuperação de desastres e continuidade de negócios e a capacidade de replicar posições de backup de longa retenção para uma infraestrutura totalmente virtual, utilizando sua Nuvem Privada on demand, a CSU Cloud.

A CSU.ITS possui três data centers, sendo um localizado em Belo Horizonte e dois em Barueri, na Grande São Paulo, um dos quais certificado como Tier 3, pelo UpTime Institute, que garante alta disponibilidade — SLA de 99,982% —, elevado nível de segurança dos dados e a confiabilidade, lembrando que nestes datacenter processam mais de 6 bilhões de transações de meios eletrônicos de pagamentos.

“Estamos associando nosso conhecimento e know-how para atender clientes de diversos segmentos, aproveitando a infraestrutura tecnológica e a expertise da CSU CardSystem em operações de “Missão Crítica” para oferecer uma solução robusta, flexível e diferenciada de contingência de serviços de TI”, diz Müzel, para quem a contingência hoje é claramente uma necessidade para as empresas, haja vista a enorme incidência de ataques cibernéticos e de desastres dos mais variados tipos nos últimos anos. “Dependendo do setor de atuação da empresa, a interrupção dos sistemas críticos e das operações pode gerar prejuízo de milhões, além do impacto a imagem da companhia afetada.”

(Visited 19 times, 1 visits today)

Este anúncio desaparecerá em:

Ir para o site