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Tecnologia de reconhecimento facial movida a IA e machine learning

NEC aperfeiçoa sistema de segurança biométrica por meio do reconhecimento facial com recursos de inteligência artificial e aprendizado de máquina

Por NEC

06/03/2018 às 15h05

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Foto: Shutterstock

Imagine um sistema de reconhecimento facial que o identifique instantaneamente, em tempo real, assim que você entra na agência de seu banco, sem precisar olhar para a câmera e - o melhor - sem ter de enfrentar o constrangimento de uma porta giratória cheia de detector de metais. E que tal, com base em seus registros, poder escolher em um display produtos exibidos de acordo com seu perfil, como seguro ou crédito consignado, e obter informações sobre eles por meio de um filme explicativo? Ou, então, receber prontamente na tela seu saldo ou extrato de investimentos, ou ser tratado pelo nome pelo funcionário, ao lhe oferecer água ou café?

Esse sistema, que proporciona ao cliente uma experiência mais personalizada e agradável, já é realidade e está funcionando desde o dia 14 de fevereiro no OCBC Bank, em Cingapura, como parte de seu projeto de banco do futuro. O OCBC escolheu o sistema da NEC, que integra o NeoFace, ferramenta que utiliza algoritmos de inteligência artificial (IA) para o reconhecimento facial desenvolvida pela própria companhia japonesa. O objetivo do banco é aprimorar a qualidade dos serviços e elevar a experiência do cliente.

No Brasil, embora o sistema da NEC já venha sendo testado há mais de dois anos por grandes bancos de varejo, nenhum deles ainda decidiu adotá-lo. Mas é inegável tratar-se de um recurso poderoso para que os bancos brasileiros possam enfrentar a rápida multiplicação de empresas de tecnologia que prestam serviços financeiros, as chamadas fintechs. "É, sem dúvida, uma tecnologia que permite aos grandes bancos de varejo reproduzir a experiência positiva que os clientes geralmente têm com as fintechs", resume o diretor de Soluções e Engenharia da NEC Latin America, Wagner Coppede.

Além de registrar o propósito da visita do cliente, reunir feedback para melhorar os serviços e entender seus padrões de comportamento, como a frequência de visitas, o NeoFace pode ser usado em uma variedade de aplicações e cenários, tais como controle de acesso e acompanhamento do atendimento de funcionários, autenticação de clientes para transações em diferentes canais de instituições financeiras, reconhecimento facial para autenticação de pagamento e monitoramento de pessoas, entre outros.

Os sistemas de reconhecimento facial (do inglês, face recognition) evoluíram muito nos últimos anos, e vêm sendo empregados também para atender às mais diversas necessidades de segurança de empresas públicas e privadas. Atenta a essa tendência, a NEC desenvolveu um amplo portfólio de ferramentas que incorporam os mais recentes avanços em IA e aprendizado de máquina (machine learning) para proteção e segurança em grandes espaços públicos como aeroportos, estádios e até mesmo em plataformas de exploração de petróleo e gás.

A Receita Federal, por exemplo, utiliza o sistema para identificação facial em 14 aeroportos internacionais do Brasil - incluindo os dois maiores, o Galeão, no Rio de Janeiro, e Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo -, a fim de averiguar e prevenir possíveis contravenções e facilitar o fluxo de passageiros.

Vigilância em tempo real

A solução é empregada também na vigilância em tempo real e oferece uma tecnologia de análise de comportamentos para detectar condutas suspeitas ou objetos abandonados e analisar as atitudes de multidões. Em 2016, o NeoFace passou a integrar o sistema de prevenção ao crime, implantando pela Prefeitura de Kyoto, no Japão. Em colaboração com a NEC, a polícia de Kyoto desenvolveu o Sistema Preditivo de Defesa do Crime, e iniciou, em outubro daquele ano, as primeiras patrulhas usando o sistema.

Kyoto é um importante destino turístico que recebe mais de 8,7 milhões de visitantes por ano - um número impressionante, mesmo para os padrões globais. A Prefeitura se juntou à companhia japonesa para desenvolver o projeto denominado "Criando espaços públicos e cidades seguras". O sistema combina teoria criminal com dados sobre crimes cometidos em todas as áreas da cidade e analisa esses dados para prever quando e onde certos tipos de crimes tendem a acontecer. O sistema propõe rotas de patrulhamento baseadas em previsões de risco, possibilitando que a polícia realize patrulhas de forma mais eficiente.

Outra cidade que adotou a solução inteligente de vigilância através de reconhecimento facial é Medelín, na Colômbia, como parte do projeto "Safer Stadium" no Estádio Atanásio Girardot, o terceiro maior do país, com capacidade para 45 mil espectadores. O sistema é utilizado para identificar indivíduos com rapidez e precisão, comparando-os com um banco de dados que lista os baderneiros já conhecidos em partidas de futebol. Dessa maneira, é possível restringir a entrada nos portões e realizar uma operação mais segura. A NEC desenvolveu a integração de 170 câmeras, sendo 50 localizadas na entrada e 25, de alta resolução, nas arquibancadas. Todas as câmeras estão conectadas à sala de controle operada pela Polícia Metropolitana.

Prevenção de desastres naturais

O portfólio da NEC é composto ainda pela ferramenta de simulação de deslizamento de terra. Em 2015, a empresa testou, a partir de dados públicos do Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro (COR), a solução voltada à simulação de deslizamento de terra para prevenção de desastres naturais. A iniciativa da empresa mobilizou especialistas da matriz da NEC no Japão dedicados a estudar e conhecer mais profundamente as características e condições geológicas locais.

Os testes, os primeiros na América Latina, foram conduzidos com sucesso nas encostas do Morro da Formiga e do Morro da Cotia, na Tijuca, no período de chuvas, e segundo a empresa provaram-se eficientes e assertivos na validação de ocorrências críticas.

A ferramenta utilizou instrumentos e dados de pluviômetros, mapeamento geológico, radar, etc., que geram informações importantes e, então, são correlacionadas e analisadas em uma plataforma de big data para auxiliar o gestor na tomada de decisão quanto ao envio dos alertas e acionamento do sistema de alarme (sirenes) nas áreas com risco iminente de deslizamento. De alta precisão, o sistema é capaz de prever o risco de deslizamento de terra com antecipação de até três dias.

"A NEC tem avançando rapidamente no desenvolvimento de soluções de reconhecimento facial, em especial na área de segurança pública e privada. São soluções com elevado nível de flexibilidade, mas sempre analisamos as necessidades de cada cliente para entender e indicar aquela que se adequa melhor às suas necessidades", finaliza Coppede.

Imagem: pixabay

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