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A segurança virtual nos Jogos Olímpicos

Recursos utilizados pela Embratel garantiram, por um lado, a tranquilidade dos Jogos e, por outro, a frustração dos hackers de plantão

Por Embratel

24/10/2016 às 13h20

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Foto: Shutterstock

A Olimpíada, como se sabe, é considerada o maior e um dos mais antigos eventos esportivos do mundo. São milhares de atletas e pessoas envolvidas para a sua realização - preparando-se anos a fio. E outros milhares de fãs que entram na disputa, também com antecedência, dos limitados ingressos para acompanhar as competições. Além de bilhões de pessoas conectadas à Internet, acompanhando as transmissões.

Trata-se de um momento que, além das emoções, mexe com cifras vultosas. Apenas em relação aos recentes Jogos do Rio, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih-RJ) estimou que seriam injetados, pelos turistas, 1,8 bilhão de dólares na cidade durante o período.

Logo, o evento é também um prato cheio para quem visa explorar as oportunidades geradas por uma outra economia, perversa, que cresce a passos largos. Ameaças como Malwares, Phishing e, mais recentemente, o sequestro virtual de dados chamado Ransonware são os detentores dos maiores recordes de audiência, em termos de alcance e transmissão.

Além da preocupação manifestada pela população brasileira e pelo poder público em relação ao terrorismo, que felizmente não se materializou, havia outro risco iminente, porém invisível, mas que corre implacavelmente pela rede mundial de computadores.

Os ataques cibernéticos foram insistentes, nesta que foi a maior e mais conectada Olimpíada da história, com foco na mobilidade:  mais da metade do tráfego registrado na página oficial do evento (56%) partiu de dispositivos móveis - diferentemente dos Jogos anteriores, em Londres, quando esse contingente não passou de 40%.

Estima-se que tivemos 4,2 milhões de ocorrências relacionadas à cibersegurança durante os Jogos. Destas, mais de 730 mil tentativas de ataques de negação de serviço (DDoS) foram bloqueadas.

Já em relação aos sites públicos e oficiais, bem como aos APPs da Olimpíada, contabilizou-se mais de 40 milhões de ocorrências, com 23 milhões de tentativas de ataque e 223 ataques DDoS bloqueados: um revés para os hackers, que diariamente tentavam transpor a segurança digital do evento por meio de suas práticas ardilosas.

Para que tal nível de bloqueio fosse possível, a Embratel trabalhou durante anos para montar toda a infraestrutura de telecomunicações, da qual as soluções de segurança como serviço gerenciado - referências no mercado - fizeram toda a diferença na ciberdefesa durante as competições.

Entre elas, estão: a solução de segurança perimetral, que analisa o tráfego de dados do cliente e bloqueiam as tentativas de acessos não autorizados; e o serviço Anti-DDoS baseados na plataforma Arbor, que atua diretamente no backbone de Internet da Embratel e protege a rede contra diversos tipos de ataques de negação de serviço, que visam sobrecarregar a infraestrutura de TIC, garantindo a disponibilidade dos serviços, mesmo em situações de ataques.

Segundo a própria Arbor, os ataques DDoS - além de maiores e mais complexos - são cada vez mais frequentes. Isso se deve, aponta a companhia, ao arsenal de ferramentas gratuitas e serviços online de baixo custo disponíveis para que qualquer pessoa mal intencionada conectada à internet possa lançá-los.

Como resposta, a exemplo do que já apresentou na Olimpíada, a Embratel possui profissionais altamente capacitados e soluções sob medida para proteger a sua empresa - seja ela de qualquer porte - contra as ameaças que rondam o mundo virtual.

Clique aqui e conheça a fundo os recursos que estão à sua disposição para combater o cibercrime e proteger os seus ativos.