Home  >  Negócios

Brandpost por Saiba mais Brandposts são artigos escritos e editados pela nossa comunidade de anunciantes e patrocinadores. Os Brandposts oferecem a oportunidade para um patrocinador apresentar ideias e comentários com seu ponto de vista diretamente para nossa audiência. A equipe editorial não participa da elaboração ou edição dos Brandposts.

PATROCINADA

Os 40 anos da empresa que inspirou o Google

E hoje, presente em mais de 50 países e líder em Analytics, o SAS é avaliado como uma das melhores companhias do Brasil e do mundo para se trabalhar

Por SAS

24/05/2016 às 16h13

calendario.jpg
Foto: Shutterstock

No começo dos anos 1970 – marcada pela popularização dos aparelhos televisivos, que impulsionava a comunicação de massa - a propaganda estava em quase todo lugar, sendo difícil ignorá-la. Aos descontentes com a overdose de informações, restava o protesto. Já aos entusiastas, sobravam ideias empreendedoras.

Jim Goodnight, tratado pela revista Forbes de o "padrinho da análise de dados", se enquadrava no último perfil. E assim, em meados daquela década, sua criação alvorecia rumo ao estrelato.

Três letrinhas que ecoaram fundo na indústria global da tecnologia, conquistaram os consumidores e, agora em 2016, completam 40 anos de estrada: SAS, a maior empresa de Business Inteligente de capital fechado do mundo.

Um sucesso de crítica e de público, que serviu até de inspiração ao Google na maneira de pensar o ambiente de trabalho - a partir de um modelo flexível, humanizado e com foco no bem-estar dos colaboradores.

Poder para o conhecimento...

Hoje com mais de 100 escritórios, distribuídos em mais de 50 países, e uma equipe que supera 14 mil funcionários, o SAS (acrônimo para Statistical Analysis Sistem) surgiu na cidade norte-americana de Cary, na Carolina do Norte, pelas mãos de Goodnight e seus parceiros Anthony Barr, John Sall e Jane Helwig.

Inovadores, seus produtos e soluções não tardaram a ganhar o mercado, que inicialmente se resumiam a atividades agrícolas, a fim de medir e estimar o tamanho das colheitas. Um dos contratantes era o governo norte-americano, fiel até hoje.

De lá para cá, as ofertas do SAS foram atraindo outros diversos setores da economia, em escala global, com destaque - além do agronegócio e do setor público - aos mercados financeiro e de telecomunicações.

"Mais recentemente, até com as inovações tecnológicas, Internet das Coisas e a contínua transformação digital dos negócios, outras indústrias passaram a investir muito em nossas soluções. Cada qual com sua peculiaridade: seguradoras minimizando fraude em sinistros, bancos reduzindo custos relacionado a riscos operacionais, de crédito e de mercado; varejo aumentando a receita por metro quadrado de loja etc", contextualiza o presidente da SAS Brasil e Cone Sul, Conrado Leister.

----------------------------------------------------------
Expansão acelerada: "A região da América do Sul teve resultados expressivos, liderados por Brasil e Peru, fechando o trimestre com crescimento acima de 30% ano sobre o ano e atingindo 115% da meta regional do trimestre”, comemora o presidente do SAS Brasil e Cone Sul, Conrado Leister
----------------------------------------------------------

No Brasil, onde a empresa se estabeleceu há 20 anos, o ramo financeiro sempre foi um dos protagonistas no tocante à utilização das soluções do SAS, ressalta Carlos Sebastiani, arquiteto sênior de soluções e um dos primeiros profissionais da companhia no país.

"No final dos anos 90, um grande banco chegou a nós com um desafio: um sistema para agilizar a análise de clientes, resolvendo, assim, uma situação interna deles. Queriam reduzir custos, entretanto, sem cortar funcionários. Era uma questão social e de imagem, uma vez que o país vivia uma situação difícil naquele período. E conseguiram realizar as duas coisas, com sucesso", ele recorda.

----------------------------------------------------------
Desde 2005, Carlos Sebastiani trabalha na sede do SAS, nos Estados Unidos - fundamental, segundo ele, para sua contribuição à empresa como um todo: "Vir para cá, interagir com as pessoas que fazem o software, foi o ponto mais marcante da minha carreira, uma vez que o desenvolvimento e as coisas novas acontecem primeiramente aqui".
----------------------------------------------------------

... proteção de ativos ...

Atualmente, outros bancos nacionais, públicos e privados, utilizam as soluções do SAS. E para fins que hoje representam uma nova modalidade da inteligência baseada em dados: o combate ao cibercrime.

Segundo recente estudo global realizado pelas publicações norte-americanas CIO e CSO, em parceria com o PwC, 69% das companhias ouvidas - brasileiras, inclusive - recorrem a serviços baseados em nuvem e 59% usam análise de dados em suas rotinas de segurança da informação.

Tais práticas, de acordo com o relatório, possibilitam aos adeptos a construção de uma abordagem sistêmica e elevação das barreiras de proteção.

Como já destacara o diretor sênior de Prevenção à Fraudes do SAS, Stu Bradley, a segurança da rede pode ser a área mais crítica nas empresas e, "se otimizado, o volume de dados disponíveis oferece oportunidades significativas para contextualizar uma detecção mais precisa e rápida de ameaças".

Para se ter uma ideia, o Santander espera acabar em curto prazo com até 95% das fraudes com o emprego das soluções antifraude e gerenciamento de risco contratadas do SAS.

... e responsabilidade social

Falando em risco - ou melhor, situações de risco – os softwares do SAS vão além da utilização corporativa.

Em 2015, por exemplo, a análise de dados pela Organização Internacional De Migração (IOM, na sigla em inglês) ajudou a mitigar o sofrimento de milhares de vítimas de uma das maiores catástrofes naturais já registradas: o terremoto de 7,8 pontos na escala Richter que abalou o Nepal em abril daquele ano.

Por meio do SAS Visual Analytics, a IOM conseguiu levantar as informações e recursos necessários para, entre outros esforços, viabilizar a construção de abrigos temporários adequados para milhares de desabrigados.

Um exemplo de luta inteligente e bem-sucedida contra o tempo, uma vez que, afora a frágil situação das vítimas, o período das monções se avizinhava – como narrado neste vídeo.

Multiplicação de resultados

A despeito do cenário econômico brasileiro, repleto de números desanimadores, o SAS vem celebrando resultados positivos no país - cuja satisfação dos clientes, segundo pesquisa interna da companhia, está na casa de 90%.

"O Brasil foi o protagonista da América Latina, crescendo mais de 80% ao ano e ultrapassando 140% da meta do trimestre. Fechamos dois trimestres seguidos acima da meta, atingindo um crescimento em 2016 que quase dobra o tamanho da empresa, algo que pode ser considerado um feito por si só - uma proeza nas atuais circunstâncias que o país atravessa", observa o presidente Leister.

"Tudo isso, fruto de muito empenho do time, colaboração, criatividade e foco incansável no cliente, na execução e no atingimento dos objetivos".

Duas das funcionárias mais antigas do SAS Brasil, a gerente de Business Development Renata Camponez e a consultora e analista de sistemas Karen Inoue, destacam alguns elementos fundamentais da evolução contínua da empresa ao longo destas duas décadas em território nacional.

“O SAS passou de um fornecedor de nicho que atendia aos clientes que compravam o SAS fora do Brasil para um dos maiores players no mercado de soluções analíticas”, resume Karen. “Os concorrentes evoluem e posicionam no mercado boas ferramentas. Já as nossas soluções, integradas, posicionam o SAS como líder sob outros aspectos, atrelados à diferenciação competitiva”, completa Renata.

Já em nível global, o SAS - líder em Analytics - alcançou a receita recorde de 3.16 bilhões de dólares em 2015 - um crescimento de 2.3% em relação ao ano anterior, puxado majoritariamente pelos mercados de risco, saúde e security intelligence.

Curadoria de talentos: o capital humano

Os resultados positivos do SAS Brasil não se resumem apenas ao faturamento.

Pelo quarto ano consecutivo, a empresa foi reconhecida pelo Top Employer como uma das três melhores companhias para se trabalhar no país.

Tal liderança é igualmente verificada na lista da consultoria internacional Great Place to Work - na qual figurou na segunda colocação entre as dez melhores do mundo, atrás apenas do Google.

Segundo o gerente de Recursos Humanos do SAS Brasil, Tato Athanase, as conquistas se devem, entre outros fatores, ao "ambiente extremamente colaborativo, que facilita a tomada de decisões e melhorias contínuas", bem como a remodelagem da área de RH, que nos últimos anos "passou a ser um canal de gestão e desenvolvimento de talentos”.

Além do baixo turnover, na faixa de 2%, os benefícios também são frequentemente mencionados como diferenciais pelos colaboradores, de acordo com Athanase. "Conjunto que resulta em um alto nível de realização", conclui.

----------------------------------------------------------
Pretende adotar soluções de BI/analytics em sua empresa?
Então preste atenção nestas três dicas de Conrado Leister, presidente do SAS Brasil e Cone Sul:
- Entenda bem a situação atual da empresa e aonde se quer chegar;
- Invista em uma fase inicial de design, que detalha os objetivos do negócio, enablers e investimentos necessários - bem como define o retorno financeiro do projeto;
- Elabore um roadmap com etapas e milestones claros, para que a execução do projeto possa ser acompanhada, prevendo atividades que possam ser completadas de forma rápida e que tragam valor claro e direto ao negócio.
----------------------------------------------------------

Conrado Leister
Presidente do SAS Brasil e Cone Sul

Tags