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Comitê Olímpico inaugura laboratório de testes de sistemas para Rio 2016

Inauguração dá início a uma série 200 mil horas de testes que serão realizados até a abertura dos jogos

Por Carla Matsu

09/04/2015 às 10h53

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Foto: Shutterstock

O Comitê Olímpico Internacional (COI) começa a entregar as primeiras iniciativas concretas em termos de tecnologia da informação para a Rio 2016. Em parceira mundial com a Atos, o órgão inaugurou na quarta-feira (08/04) o Integration Test Lab (ITL ou Laboratório de Testes de Integração) dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do próximo ano.

Localizado dentro do complexo do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos da capital carioca, a estrutura será responsável por testar os sistemas, os aplicativos e a infraestrutura necessárias para a divulgação dos resultados e realização das competições. Ao todo, são 42 células que abrangem cada um dos esportes, além de 12 específicas para os sistemas de credenciamento e de informação de resultados.

“Temos aqui servidores que vão distribuir essas informações e asseguramos níveis de redundância dos sistemas para caso de falhas”, afirma Marcelo Grimaldi, gerente de operações de TI da Atos. A tecnologia permitirá que os resultados sejam transmitidos em tempo real.

A inauguração representa uma espécie de contagem regressiva até o evento e dá início às 200 mil horas de testes tecnológicos que serão realizados a tempo da abertura dos jogos, que acontece no dia 5 de agosto. Segundo a provedora francesa, esta é a última vez que o ITL ficará localizado na cidade-sede dos Jogos.

A previsão é que todas as operações de testes de TI dos próximos jogos, na Coreia do Sul em 2018, sejam realizadas integralmente e diretamente de um laboratório fixo localizado na Espanha.

Indagado sobre a probabilidade de ataques de cibercriminosos aos servidores do laboratório, o executivo afirma que medidas de segurança foram tomadas para afastar qualquer possibilidade. No caso, a rede que serve o laboratório opera de forma isolada à rede do Complexo Olímpico.

A expectativa é que os Jogos Olímpicos atraiam 4,8 bilhões de espectadores no mundo e 30 mil veículos da mídia. “Chegaremos a uma audiência acumulada superior a 4 bilhões de pessoas ao redor do mundo. Precisamos atender desde atletas, espectadores, imprensas, broadcaster e o público em geral. Por isso, a precisão dos dados no tempo adequado é essencial”, ressaltou Elly Resende, diretor de Tecnologia do Rio 2016 durante a inauguração do laboratório.

Cloud computing

Essa será a primeira vez que uma Olimpíada rodará sistemas de gestão de TI em nuvem. Entre as ferramentas movidas para a cloud estão o portal de voluntários - onde é realizado o recrutamento de 70 mil pessoas - e o sistema de credenciamento, que concentra a gestão de 300 mil credenciais. Em Londres, a Atos trabalhou com 700 servidores físicos, no Brasil são 250.

“Em 1992 nos usamos informações básicas, dados estáticos. Em 2016 temos tudo que envolve dados integrados. Passamos pelo inicio dos computadores para os dispositivos móveis e agora usaremos a nuvem, estaremos perfeitamente integrados à nova era da informação”, comenta Patrick Adiba, vice-presidente executivo comercial do Grupo Atos, comparando com o primeiro ano que a companhia ofereceu serviços de TI aos Jogos Olímpicos. ​

*A jornalista visitou o ITL, no Rio de Janeiro, a convite da Atos.