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Com tecnologias de ponta, Oi leva transformação digital a locais distantes

Depois de levar 4G à Antártica, operadora Oi avança nos projetos corporativos para regiões inóspitas

Por Oi

24/04/2019 às 15h18

Foto: Imagem fornecida pela Oi e retirada por Willy Malheiros

O que têm em comum a Estação Antártica Comandante Ferraz, instalada na Ilha do Rei Jorge, no meio do Oceano Glaciar Antártico, e a Amaggi Fazenda Tucunaré, localizada na cidade de Sapezal (MT), a mais de 500 quilômetros de Cuiabá?

Certamente não é o clima. Enquanto os ocupantes do posto avançado brasileiro na Antártica enfrentam, no verão, temperaturas médias de 2,2°C, os moradores da Fazenda Tucunaré encaram médias de 27°C no mesmo período. Ambos, no entanto, estão localizados em áreas de difícil acesso, longe da infraestrutura de serviços de internet e telecomunicações dos grandes centros urbanos e, portanto, arriscados ao isolamento ou a serviços de voz apenas.

Mas no último dia 11 de março, uma videoconferência ligou o Palácio do Planalto aos cientistas e militares brasileiros da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), permitindo uma conversa ao vivo entre o presidente Jair Bolsonaro e a equipe da estação brasileira na Antártica. A videoconferência marcou a ampliação do acordo de cooperação entre a Oi e a Marinha brasileira na Antártica e modernização das instalações.

A Oi fornece serviços de telecomunicações à EACF desde 2006. O primeiro acordo envolveu a oferta de serviço de voz. Agora, a Oi garante à estação polar acesso aos benefícios dos grandes centros urbanos, incluindo serviços de internet fixa de alta velocidade (para dados, videoconferências e voz); rede móvel com conexão 4G; acesso Wi-Fi distribuído por todas as instalações da estação, e sistema de recepção de sinal de TV.

Sem isolamento

Comunicação e transmissão de dados são dois serviços fundamentais para a EACF, porque viabilizam a conversa em tempo real entre a estação e as instituições brasileiras que apoiam as pesquisas científicas de campo que o Brasil realiza na região, de estudos sobre mudanças climáticas a pesquisas em biotecnologia. Além disso, para os pesquisadores que passam 365 dias trabalhando isolados na região mais gelada do planeta (temperaturas podem chegar a -40°C no inverno) falar com a família e amigos por videochamadas com qualidade pelo celular é um benefício incalculável.

A Oi instalou equipamentos de última geração e investiu em materiais especiais, como duas antenas, de fabricação americana, projetadas para resistir a ventos com velocidade de até 240 km/hora e temperaturas de até 40 graus negativos. Cada antena pesa uma tonelada e tem 4 metros de diâmetro. Seu sistema anticongelante minimiza significativamente o risco de interrupção de serviços pelo acúmulo de gelo.

Cinco técnicos da Oi viajaram para a Antártica em janeiro deste ano e ficaram lá dois meses para implantar a infraestrutura e treinar os profissionais da Marinha a fazer eventuais ajustes/reparos nos equipamentos. A instalação de uma antena demandou cerca de 4 dias de trabalho externo com sensação térmica de 25 graus negativos em função de vento e temperatura de 5 graus negativos.

Há redundância e equipamentos sobressalentes para substituição caso seja necessário. Além disso, a Oi tem o compromisso de fazer a manutenção anual de todos os equipamentos utilizados na Estação. Foram enviadas cerca de 2,5 toneladas de equipamentos e materiais para a Antártica.

Em qualquer lugar

“Quando falamos de Antártica, pensamos em um local totalmente inóspito. Mas é preciso lembrar que, quando se trata de Brasil, há áreas tão inóspitas quando a Antártica, que requerem da gente muita criatividade e habilidade para implantar serviços de telecomunicações e TI”, diz Anderson França, responsável pelas áreas de transformação digital e inovação de clientes corporativos da Oi.

França explica que a Oi identifica uma oportunidade importante de prover soluções digitais para áreas mais distantes do país e, com isso, permitir que empresas e negócios coloquem seus pés no século 21 e concretizem suas estratégias de transformação digital. Três verticais se destacam nessa estratégia: finanças, varejo e agronegócios.

“Levamos recurso de conexão de voz, dados, vídeo e som, mas também vamos além, levando conexão IoT dos equipamentos do campo com a sede das fazendas” explica França.

Um exemplo é o projeto desenvolvido pela Oi para a AMAGGI, uma das empresas líderes do Agronegócio na América Latina, a partir de acordo assinado em fevereiro deste ano. O projeto piloto já está em atividade na Fazenda Tucunaré, no Mato Grosso, uma propriedade com 87,6 mil hectares a 500 quilômetros de Cuiabá. Lá a Oi é responsável por fornecer e gerenciar a conectividade e os dispositivos encarregados de transmitir os dados do campo à sede da fazenda, viabilizando o projeto de obtenção de informações em tempo real via Internet das Coisas (IoT).

Usando IoT, o maquinário presente na lavoura da Amaggi é conectado à rede da Oi para melhoria de processos e aumento da qualidade na operação (melhor gestão de ativos espalhados em campo e a possibilidade de criar uma rede integrada de sensores e dispositivos remotos).

A operadora tem direito ao uso exclusivo da frequência 450 MHz nos estados de MT, MS, GO, DF e RS, faixa de fundamental importância para quem quer atuar em áreas distantes do país. A frequência de 450 MHz proporciona maior alcance e uma cobertura com raio de 70 km. E a atuação da Oi como integradora permite à companhia oferecer o conjunto completo de tecnologias inovadoras necessárias para esses projetos, incluindo Cloud Computing, IoT e reconhecimento facial, por exemplo.

“O cliente ganha em tempo de abertura, alta disponibilidade da informação, e tempo de instalação porque fazemos tudo junto”, completa.

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