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WhatsApp lança hub de informações focado no coronavírus

Espaço dá dicas sobre usos da ferramenta durante quarentena; empresa também doou US$ 1 milhão à Rede Internacional de Verificação de Fatos

Da Redação

18/03/2020 às 10h00

Foto: Shutterstock

O WhatsApp lançou nesta quarta-feira (18) o Hub de Informações sobre o Coronavírus, criado para fornecer "dicas e recursos para usuários de todo o mundo a fim de diminuir a disseminação de rumores e disponibilizar informações oficiais de saúde." 

O hub apresenta dicas para que vários setores da cidade (de profissionais do setor de saúde a organizações sem fins lucrativos). Por exemplo, é possível utilizar as ferramentas do aplicativo para se manter em contato com clientes, amigos ou familiares.  

“Sabemos que nossos usuários estão usando o WhatsApp mais do que nunca neste momento de crise, seja para se conectar a amigos e entes queridos, médicos e pacientes ou professores e estudantes. Queríamos fornecer um recurso simples que possa ajudar a conectar pessoas no momento", afirma em comunicado Will Cathcart, CEO do WhatsApp. 

Combate às fake news  

A companhia também comunicou uma doação de de US$ 1 milhão à Rede Internacional de Verificação de Fatos (IFCN, na sigla em inglês) do Instituto Poynter. Valor que será usado para dar suporte direto à verificação de fatos da #CoronaVirusFacts Alliance, que abrange mais de 100 organizações locais em pelo menos 45 países.  

De acordo com a empresa, a concessão apoiará o treinamento para usar os recursos avançados do WhatsApp Business, incluindo a API do WhatsApp Business. A expansão da presença dessas organizações de verificação de fatos certificadas pela IFCN ajudará a garantir que as comunidades locais estejam cientes e desmintam possíveis rumores prejudiciais. 

“A Rede Internacional de Verificação de Fatos também espera descobrir maneiras de entender a disseminação de rumores relacionados à saúde no WhatsApp em diferentes formatos e disponibilizar ferramentas para que os verificadores de fatos detectem e desmintam informações incorretas no aplicativo de mensagens", explica Baybars Orsek, Diretor da IFCN.