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Tecnologia aliada à ciência: por que empresas estão adiando a morte humana?

Da Redação

14/10/2019 às 17h47

Foto: Shutterstock

Um dos maiores desejos da humanidade é alcançar a imortalidade. Nos últimos séculos, os avanços na ciência permitiram o aumento da expectativa de vida através da melhoria de diagnósticos, procedimentos cirúrgicos, prevenção de doenças e desenvolvimento de medicamentos. Hoje, com o auxílio da tecnologia, pesquisadores estão apostando, inclusive, na cura de doenças que foram por muito tempo consideradas incuráveis, como o câncer e a AIDS.

Para além dos benefícios pessoais dos pacientes, o adiamento da morte humana já se tornou um negócio lucrativo. De acordo com pesquisa realizada pelo Bank of America, as empresas que trabalham para postergar a morte movimentarão, pelo menos, US$ 600 bilhões até 2025. Além disso, a previsão é de que o conhecimento médico dobrará a cada 73 dias, contra 3 anos e meio em 2010.

Entre as principais tecnologias por trás do mercado estão o estudo do genoma humano, para o tratamento e prevenção de doenças, big data e inteligência artificial, que permitirão a análise de causas, aperfeiçoamento de diagnósticos e terapias específicas por meio da análise de dados. Mas e depois que se tornar comum viver para além dos 100 anos? Será que a tecnologia poderá proporcionar qualidade de vida aos idosos do futuro?

Pensando em discutir as potencialidades do setor, especialistas abordarão o tema durante o painel "O que a tecnologia poderá fazer pelas pessoas quando a população tiver 100 anos?", que acontecerá no dia 17/10 durante o IT Forum X. A 7ª edição do evento receberá mais de 250 palestrantes em diferentes palcos e praças de conteúdo. O tema principal desse ano será “Eu 5.0”, que busca posicionar o ser humano no centro da discussão tecnológica.

Para falar sobre o assunto estarão presentes:

Luzia Sarno, Grupo Fleury

Luzia Sarno é bacharel em Estatística pela USP-IME e tem MBA Executivo Internacional pela FEA-USP. Ao longo de sua carreira, trabalhou em negócios distintos representados por empresas como Rhodia, BMW, Banco ABN AMRO Real e Copersucar. Atualmente é Diretora Corporativa de Tecnologia do Grupo Fleury.

Tiago Barros, Vitta

Sócio empreendedor e Diretor Comercial na Vitta, Tiago Barros é um dos responsáveis por construir o modelo que está ressignificando a contratação de planos de saúde no Brasil. É graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com experiência em vendas, inovação e empreendedorismo. Antes da Vitta, empreendeu na indústria criativa por 9 anos e trabalhou por 3 anos na gestão projetos de inovação corporativa e aceleração de startups.

Fabiana Salles, Gesto

Fabiana Salles é CEO e Co-Founder da GESTO, uma corretora de saúde que tem como propósito transformar a saúde no Brasil. A empresa com inteligência de dados de um banco com mais de 6 milhões de vidas, para cuidar da saúde dos colaboradores e da sustentabilidade financeira.

Felipe Barreiros, Vaivoa

Felipe Barreiros foi fundador de 6 Startups e capacitou mais de 20 mil pessoas pelo país. No ano passado, foi eleito CEO da Startup de Educação mais atraente do Brasil. Hoje, na sua nova startup Vaivoa, planeja treinar as habilidades humanas necessárias para o ano de 2300.

O painel será mediado por Fabiana Rolfini, jornalista formada pela Universidade Anhembi Morumbi. Após uma experiência de 7 anos no mercado de TI corporativa como repórter, redatora e editora, tendo atuado em portais como TI INSIDE e Canaltech, ingressou em 2019 no mundo da assessoria de imprensa.

O IT Forum X acontecerá nos dias 16 e 17 de outubro no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Outros temas como big data, metodologias de aceleração, cidades inteligentes, 5G e conectividade serão abordados durante o evento. Para mais informações, clique aqui.

 

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