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Insurtechs usam smartphones e drones para revolucionar setor de seguros

Imagens, modelos 3D, cálculos com IA, prevenção de acidentes e até mesmo combate a incêndios estão entre as novas vocações dos dispositivos

Da Redação

02/10/2019 às 12h00

Foto: Shutterstock

Startups estão criando soluções inovadoras para revolucionar o setor de seguros usando para isso smartphones e drones. A startup Hover é um dos exemplos. A empresa criou uma solução que permite que o usuário envie uma foto da residência, em caso de sinistro, e envie para startup por meio de um aplicativo. Com o uso de inteligência artificial, a solução da Hover cria um modelo 3D da residência e consegue calcular as medidas da propriedade e, então, avaliar os danos ocorridos. Segundo reportagem do Valor Investe, todo esse processo é feito em minutos.

Já para avaliar estragos causados em colisão de veículos, a insurtech Tratctable desenvolveu sistema parecido, onde é necessário, somente a câmera de um smartphone para calcular o valor dos estragos. A tecnologia da startup também recorre à inteligência artificial e a um banco de dados com dezenas de milhões de fotos de colisões para fazer a análise.

Os drones também têm sido usados por seguradoras de diversas maneiras, como é o caso da Bees360, que utiliza drones para inspeção remota de propriedades.  Nos EUA, o trabalho de monitoramento dos drones já representa um segmento inteiro, com inúmeras startups desenvolvendo soluções de monitoramento remoto. A EagleView oferece soluções baseadas em imagens de satélite. Segundo a companhia, o banco de dados já reúne mais de 85 milhões de fotos aéreas do país, capturadas por drones.

Os dispositivos também são utilizados no combate a incêndios. A partir de imagens geradas pelos equipamentos, bombeiros conseguem criar estratégias de combate às chamas de forma mais eficiente. Além disso, há também startups que desenvolvem um sistema de laser para drones, onde é possível avaliar a integridade das paredes de uma edificação, evitando assim, acidentes como a queda de estruturas.

Fonte: Valor Investe