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São Paulo ganhará centro de inovação para a Indústria 4.0

Criação da unidade será feita oficialmente no Fórum Econômico Mundial, em Davos. Inauguração do espaço físico acontece apenas em maio de 2020

Da Redação

21/08/2019 às 19h47

Foto: Shutterstock

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A cidade de São Paulo, em breve, contará com um centro dedicado à chamada Indústria 4.0. Nesta quarta-feira (21), o Governador João Doria e a Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen, anunciaram a criação do centro para a Quarta Revolução Industrial, ligado ao Fórum Econômico Mundial (WEF) no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo.

A instalação do escritório é uma parceria do Governo do Estado por meio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Secretaria Estadual de Relações Internacionais, Ministério da Economia e o Fórum Econômico Mundial (WEF).

A criação da unidade será feita oficialmente no Fórum Econômico Mundial, em Davos, em janeiro de 2020. Entretanto, a inauguração do espaço físico na capital paulista se dará alguns meses depois, em maio de 2020, durante o Fórum Econômico Mundial para a América Latina.

“Para alcançar o impacto e impulsionar a mudança no contexto da Quarta Revolução Industrial, é importante conectar governo, organizações empresariais, startups, sociedade civil, academia e organizações internacionais para elaborar políticas inteligentes e inovadoras”, destacou Patrícia Ellen, reforçando que o estado e o IPT estão "preparados para receber a iniciativa" que, segundo ela, está alinhada às ações do governo "para estimular a inovação e o empreendedorismo e desenvolver projetos com impacto mundial em benefício da sociedade".

“A 4ª Revolução Industrial é um tema que atende muitíssimo bem as expectativas do Governo brasileiro e plenamente as expectativas do Governo do Estado de São Paulo”, ressaltou Doria.

Marisol Argueta de Barillas, Diretora para América Latina e membro do Conselho de Administração do Fórum Econômico Mundial, explica que o centro terá como responsabilidade traçar e pilotar políticas inovadoras. "Como parte da rede global do Fórum, as equipes irão trocar conhecimento e escalar os aprendizados globalmente”, explicou.