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Por que é importante incluir a ‘experiência informal’ no currículo?

Especialista da fornecedora de soluções de RH Luandre aponta situações em que incluir essas experiências pode ajudar na busca por um emprego

Da Redação

17/07/2019 às 13h00

Foto: Shutterstock

Em meio à alta taxa de desemprego, cresceu o número de trabalhadores informais recentemente no Brasil. No entanto, muita gente que atuava nesse formato acaba deixando essas experiências informais de fora do currículo na busca por uma oportunidade CLT, conforme aponta a fornecedora de soluções em Recursos Humanos (RH) Luandre.

“Notamos em entrevista que candidatos deixam de relatar experiências informais importantes, às vezes até em sua área de trabalho, por não ter sido registrada na carteira de trabalho”, conta Barbara Silva, especialista em RH da Luandre.

De acordo com a especialista, é consenso no mercado que o trabalho informal também pode dar força extra ao currículo. “Para muitas vagas, o recrutador não analisa apenas os aspectos sobre a formação e os conhecimentos do candidato, mas também o tempo fora do mercado e a permanência em determinada função”, diz.

Para Bárbara, essa análise ocorre tanto em processos para vagas júnior, quanto para cargos de média e alta gestão. “A crise não escolheu segmento ou porte de empresa, então muita gente, de diferentes perfis e momentos de carreira, teve que buscar uma alternativa."

Confira abaixo algumas situações em que é indicado incluir experiência informal no CV, de acordo com a especialista da Luandre.

- Quando o último emprego com carteira assinada foi há muito tempo ou existem intervalos longos entre as experiências recolocação

Sendo as últimas experiências profissionais na área a que o candidato é formado ou não, é importante incluí-las no CV, pois significam que o profissional não se acomodou e buscou alternativas de fonte de renda e conhecimento.

- Quando as experiências duraram tempo razoável.

Experiências informais são importantes quando consistentes, ou seja, duram tempo suficiente para que a pessoa absorva conhecimento e experiência. “Quando o candidato atuou, por exemplo, 2 meses em empresa de segmento X, depois 4 em outra de segmento Y e mais 4 meses em uma terceira de segmento Z, mostra que ele não tem constância, o que pode prejudicá-lo ao invés de ajudar” explica Bárbara.