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Profissionais de São Paulo aceitam até salário menor por home office

Segundo pesquisa Robert Walters, 35% dos profissionais que trabalham na capital paulista topariam ganhar até 20% menos para trabalhar de casa

Da Redação

13/07/2019 às 11h30

Foto: Shutterstock

Cada vez mais, o trabalho remoto, ou home office, é valorizado pelos profissionais. Prova disso é que 35% dos profissionais que trabalham na cidade de São Paulo aceitariam uma redução de até 20% nos seus salários se este benefício fosse concedido pela empresa contratante, segundo nova pesquisa da Robert Walters.

Ainda de acordo com o levantamento da consultoria, 70% dos profissionais da capital paulista, que sofre com um dos piores trânsitos do país, afirmam que considerariam a opção de trabalhar de casa. E o estudo também revela que 60% dos empregadores já oferecem trabalho remoto como parte dos benefícios.

“Embora um pacote salarial atraente ainda continue a ser um elemento importante para atrair talentos, isso não tem mais o mesmo peso que tinha na lista de considerações que os candidatos fazem ao analisar uma movimentação. As pessoas cada vez mais consideram o equilíbrio entre vida pessoal e profissional como fundamental e muitos preferem a opção de trabalhar em casa do que um aumento salarial", afirma o Diretor Geral da Robert Walters Brasil, Leonardo de Souza.

Segundo a Robert Walters, a redução na quantidade de tempo gasto no trajeto é um benefício para os funcionários e também pode impulsionar a empresa. Confira abaixo outros benefícios habilitados pelo home office, conforme a consultoria.

-Ao trabalhar em casa, um colaborador chega mais bem disposto, motivado e pronto para produzir.

-Como benefício complementar, implementar uma política na qual seus colaboradores trabalhem de casa parte da semana e operem em um modelo de “hot-desking” (espaço compartilhado) durante o resto do tempo, permitirá à empresa reduzir o espaço de escritório e, consequentemente, seus custos.

-Com o atual aumento do tráfego ano-a-ano nas grandes cidades brasileiras, a Robert Walters prevê um aumento na abordagem de trabalho flexível.