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Ponto físico precisa se transformar digitalmente, diz diretor do Carrefour

Para o Head de E-commerce da rede de supermercados, Luiz Escobar, o Brasil caminha para transição harmoniosa entre físico e digital

Luiz Mazetto

08/07/2019 às 18h30

Foto: Divulgação/Western Union

Mesmo com o e-commerce cada vez mais presente nas nossas vidas, com pesquisa recente do PayPal indicando crescimento de quase 40% do segmento no Brasil no último ano, o Head de E-commerce do Carrefour, Luiz Escobar, acredita que as lojas físicas não irão acabar.

“O mundo acordou para isso, que o ponto físico não vai acabar. Ele precisa se transformar. Mas como? Digitalmente”, afirmou o executivo durante participação recente em um fórum sobre transformação digital promovido pela Western Union em São Paulo, que também contou a participação de outros especialistas.

Na ocasião, Escobar citou o exemplo da Amazon. Para ele, algumas iniciativas da empresa de Jeff Bezos, como a compra da rede de supermercados Whole Foods, nos Estados Unidos, e a adoção do modelo de entrega por meio de lockers, ajudaram a reforçar a importância do omnichannel.

Brasil

Segundo o executivo do Carrefour, o Brasil tem tudo para alcançar um bom equilíbrio entre digital e físico. “Sou otimista, acho que vamos fazer a transição melhor, sem acabar com o varejo físico. Aqui vamos ter uma nova ordem do digital com o físico, mais harmoniosa do que vimos principalmente em locais como EUA e alguns lugares da Europa."

Vale lembrar que, no final do ano passado, o Carrefour iniciou testes no Brasil com o serviço Scan & Go, que permite que os consumidores paguem as suas compras nas lojas diretamente pelo smartphone, sem precisar passar pelo caixa, e também anunciou uma parceria com o Rappi, que permite que os clientes façam suas compras no mercado diretamente pelo aplicativo.