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Brasileiros confiam na LGPD para trazer mais segurança aos seus dados

No entanto, conforme pesquisa da Unisys, as opiniões se dividem sobre as empresas estarem tomando as medidas necessárias para proteger informações

Da Redação

20/06/2019 às 11h44

Foto: Shutterstock

Um novo estudo da Unisys aponta que os brasileiros estão confiantes de que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor daqui cerca de um ano, em agosto de 2020, vai trazer mais segurança para as informações pessoais mantidas por empresas.

Segundo a mais recente edição do Unisys Security Index, apresentado durante evento em São Paulo nesta semana, 42% dos brasileiros se dizem extremamente (15%) ou muito confiantes (27%) com a proteção trazida pela LGPD.

Enquanto isso, 39% afirmam estar de alguma forma confiantes na nova lei, e apenas 20% afirmam não acreditar que o marco legal vá trazer mais segurança para os seus dados armazenados na nuvem pelas organizações.

Medidas das empresas

No entanto, conforme o levantamento em questão, as opiniões se dividem no país quando os entrevistados foram questionados se as companhias estariam tomando as medidas necessárias para realizar essa proteção de informações.

Isso porque 29% dos brasileiros se disseram extremamente (7%) ou muito confiantes (22%) que as empresas estão tomando ações neste sentido, número muito próximo dos 28% que se dizem não muito (21%) ou nem um pouco confiantes (7%) nas iniciativas das organizações.

Ciberataques

Vale notar ainda que, de acordo com a pesquisa da Unisys, nada menos que 85% dos brasileiros afirmam que já foram vítimas ou conhecem alguém que já foi vítima de ataque cibernético.

As ameaças mais citadas no levantamento foram receber e-mails não solicitados (spam), com 54%0, golpes de phishing (42%), fraude com cartão de crédito (39%), mensagens falsas no WhatsApp (36%), e roubo de identidade (19%).

Metodologia

Realizado desde 2007, o Unisys Security Index entrevistou de forma on-line mais de 13 mil pessoas em 13 países neste ano, entre fevereiro e abril, incluindo mais de 1 mil entrevistados no Brasil.