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LinkedIn revela em quais empresas os brasileiros sonham trabalhar

Pelo segundo ano consecutivo, Itaú Unibanco aparece no topo do ranking anual da rede social profissional

Da Redação

03/04/2019 às 18h00

Foto: Shutterstock

O LinkedIn divulgou nesta quarta-feira, 3/4, uma lista com as 25 principais empresas onde os brasileiros sonham trabalhar. Chamado de LinkedIn Top Companies 2019, o ranking anual é elaborado a partir de dados do LinkedIn e de ações dos mais de 36 milhões de usuários brasileiros da plataforma.

Em sua quarta edição no país, a lista da rede social profissional é liderada pelo Itaú Unibanco, que também tinha ficado com a primeira colocação no ano passado, e traz um total de 16 estreantes.

Em segundo lugar, aparece outro banco, o Santander, que tinha ficado com o 21º lugar em 2018, enquanto que o marketplace brasileiro Movile estreou no ranking com a terceira colocação.
Além de Itaú e Santander, outros nomes do setor financeiro também aparecem no LinkedIn Top Companies 2019, como Bradesco, Safra, BTG Pactual e Grupo XP.

Vale destacar também a presença de duas startups brasileiras na lista, Nubank e Stone, que já tinham aparecido com destaque no ranking LinkedIn Top Startups de 2018, ocupando o 1º e o 5º lugar, respectivamente.

Confira abaixo a lista completa das LinkedIn Top Companies de 2019 no Brasil, por ranking:
Itaú Unibanco
Santander
Movile
Grupo XP
Safra
Bayer
Raízen
IBM
Oracle
BTG Pactual
Resultados Digitais
Bradesco
Vivo
GPA
Suzano
TOTVS
Johnson & Johnson
Grupo HEINEKEN
Stone Pagamentos
GOL Linhas Aéreas Inteligentes
brMalls
Syngenta
Nestlé
Nubank
AmBev

Metodologia
O LinkedIn classifica as empresas com base em quatro pilares: interesse na empresa, interação com funcionários, demanda da vaga e retenção de funcionários. O interesse na empresa é medido por novos e únicos seguidores não-funcionários da LinkedIn Page da empresa. Já a interação com funcionários analisa quantos não-funcionários são visitantes únicos de perfis de funcionários da empresa. A demanda por vaga conta a taxa em que as pessoas estão visualizando e se candidatando a vagas na empresa, incluindo anúncios de vagas pagos e não pagos no LinkedIn. E por fim, a retenção de funcionários mede, com base em perfis de usuários do LinkedIn, o número de funcionários que ainda estão na empresa pelo menos um ano após sua data de admissão.

Para se qualificarem, as empresas deveriam ter no mínimo 500 funcionários em 1º de fevereiro de 2019 e um crescimento inalterado ou positivo durante o período de 12 meses. Apenas empresas controladoras aparecem na lista; subsidiárias com participação majoritária e dados associados são agregados em sua pontuação total. Todos os dados são normalizados com base no tamanho da empresa. A metodologia e a estrutura de tempo das estatísticas vão de 1º de fevereiro de 2018 a 31 de janeiro de 2019. Todos os dados são consolidados e anonimizados, para protegermos as informações privadas dos usuários.

Além disso, vale notar que o LinkedIn também excluiu agências de emprego e de seleção de pessoal, organizações sem fins lucrativos, instituições educacionais, agências governamentais e entidades públicas. Também não foram consideradas o próprio LinkedIn e sua empresa controladora, a Microsoft.