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Investimento global em edifícios inteligentes somará mais de € 14 milhões

IoT, Big Data e sistemas inteligentes de gestão de edifícios melhoram o rendimento do negócio e a eficiência energética

Da Redação

12/03/2019 às 9h13

Foto: Shutterstock

Quais as vantagens dos edifícios inteligentes? Em busca dessa resposta a Schneider Electric, empresa global de transformação digita, e a Unwork, consultoria especializada nas novas formas de trabalho, lançaram o “Smart Working”. O relatório também identifica os principais facilitadores tecnológicos e demonstra como os edifícios inteligentes contribuem para transformar os ambientes de trabalho e o panorama urbano.

O investimento em sistemas de construções inteligentes cresceu consideravelmente nos últimos anos. A despesa global aumentou em 5.816 milhões de euros em 2015. Para o ano de 2019, prevê-se que este número chegue aos 14.460 milhões de euros, segundo dados do IDC, o que reflete a sensibilização cada vez maior que as empresas têm sobre os benefícios que esse tipo de edificações pode agregar: melhoria do rendimento do negócio, atração de novos talentos, entre outros.

No relatório, estabelece-se um novo modelo orientado para os resultados que avalia até que ponto um edifício é inteligente, o modelo Activ8, que detalha os oito benefícios que um prédio deve ter para poder ser considerado como tal. Assim sendo, o edifício inteligente é sustentável e evolutivo, uma vez que proporciona informação de valor sobre o edifício e permite agir com base nos resultados, obtendo melhorias em eficiência energética.
Também é flexível, permitindo instalar modelos de trabalho mais ágeis, dinâmicos e saudáveis, permitindo progressos na experiência dos utilizadores e uma maior eficácia e produtividade. Além disso, graças à utilização avançada de dados e análises, os edificios inteligentes são mais colaborativos.

Tecnologias que compõem os prédios inteligentes

Segundo o relatório, as soluções inteligentes de gestão de energia adotadas nos edifícios inteligentes permitem otimizar o rendimento dos sistemas e dos consumos, conseguindo alcançar a eficiência energética.
Além disso, a geração de energia on-site, em conjunto com um software avançado de analítica e os novos tipos de materiais de construção inteligentes permitem que alguns edifícios sejam fornecedores de energia para as companhias elétricas nacionais.

Devido às tecnologias emergentes como a Internet das Coisas (IoT), o Big Data e a Inteligência Artificial, os edifícios inteligentes podem detectar de forma eficaz possíveis falhas e diagnosticá-las, melhorar a segurança de seus ocupantes e usuários ou medir o nível de saúde organizacional da empresa, entre muitos outros benefícios.