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Lançada primeira etapa do Satélite Geoestacionário de Defesa

Projeto tem como objetivo fornecer internet em banda larga para escolas públicas, unidades de saúde, postos de fronteira, áreas indígenas e quilombola

Ana Cristina Campos | Agência Brasil

17/12/2018 às 18h21

Foto: Shutterstock

O presidente Michel Temer inaugurou hoje (17/12) a primeira etapa de Centro de Operações Espaciais Principal, que permitirá operacionalizar e monitorar o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, na Base Aérea de Brasília.

Além de promover segurança nas comunicações estratégicas do Estado brasileiro, o projeto tem como objetivo fornecer internet em banda larga para escolas públicas, unidades de saúde, postos de fronteira, áreas indígenas e quilombolas no âmbito do Programa Internet para Todos.

A primeira etapa do projeto, a operacional, possibilitará a migração dos equipamentos satelitais já em operação. A etapa seguinte, a de implantação das áreas administrativas, está prevista para ser inaugurada em meados de 2019.

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, parceria dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da Defesa, já recebeu R$ 3 bilhões em investimentos.

Em seu discurso, Temer disse que seu governo está modernizando o Brasil e que trouxe o país para o século 21. “Hoje eu fixo, em definitivo, a ideia de que nosso país já está no século 21. Saímos do século 20, foi para o 21. Saiu do analógico e foi para o digital”, afirmou.

“Mas o momento culminante, o ápice desta modernização, o momento em que eu posso dizer em alto e bom som, o momento em que eu posso alardear, e aí eu quero sugerir que nós todos possamos alardear o que está sendo feito pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, pela Embratel, pelo Ministério da Defesa, pelas Forças Armadas, é esta espécie de inauguração de placa que nós colocamos aqui do satélite geoestacionário que leva banda larga para todo o país, para todas as escolas”, disse.

Ao final da cerimônia, Temer retificou a informação de que a empresa responsável é a Telebras e não a Embratel, como havia mencionado em seu discurso.

Temer também afirmou que seu governo está deixando para o próximo “um número infindável de editais para concessões e privatizações”.

“Aqui no Brasil se tem uma mania que é chegando um novo governo você destrói os programas anteriores para colocar outros programas no seu lugar. Os projetos que foram exitosos devem continuar”, disse Temer.