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Até 2024, 40% da população mundial terá cobertura 5G

Assinaturas 5G devem chegar a 1,5 bilhão até 2024, segundo estudo da Ericsson

Da Redação

28/11/2018 às 13h59

Foto: Shutterstock

Até o final de 2024, mais de 40% da população mundial terá cobertura de conexão móvel 5G. Ainda, assinaturas 5G devem chegar a 1,5 bilhão até 2024, segundo a nova edição do Mobility Report da Ericsson.

Se os números de fato se confirmarem, o 5G será a tecnologia de celular mais rápida a ser lançada em escala global.

O levantamento aponta que a América do Norte e a região nordeste da Ásia vão liderar a adoção do novo sinal: estima-se que as assinaturas 5G correspondam cerca de 55% e 43% de todas as assinaturas móveis até o final de 2024, respectivamente. Na Europa Ocidental, este número deve chegar a 30%.

IoT

A adoção das tecnologias NB-IoT e Cat-M1 está impulsionando o crescimento do número de conexões de IoT de celular em todo o mundo. Das 4,1 bilhões de conexões de IoT celular previstas para 2024, a região nordeste da Ásia deve responder por 2,7 bilhões - um número que reflete tanto a ambição quanto o tamanho do mercado de IoT celular nessa região.

Tráfego de dados móveis em crescimento

O tráfego de dados móveis no terceiro trimestre de 2018 cresceu cerca de 79% ano a ano, a maior taxa desde 2013. Isso se deve grande parte ao alto número de uso de smartphones pelo mundo, principalmente na China.

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A América do Norte ainda tem o maior tráfego de dados por smartphone, com 8,6 gigabytes por mês até o final deste ano – o que pode ser comparado ao streaming de vídeo HD por mais de 12 horas por mês. Entre 2018-2024, o tráfego total de dados móveis deverá aumentar em um fator de cinco, com as redes 5G projetadas para transportar 25% de todo o tráfego móvel até o final do período.

Fredrik Jejdling, vice-presidente executivo e chefe de redes de área de negócios da Ericsson, comenta que, com a chegada do 5G ao mercado, sua cobertura e captação em assinaturas são ambas projetadas para serem mais rápidas do que foram para as gerações anteriores. "Ao mesmo tempo, IoT continua a crescer fortemente. O que estamos vendo é o início de mudanças fundamentais que terão impacto não apenas no mercado consumidor, mas em muitos setores", afirmou.