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Centro Paula Souza reforça segurança com Azure Security Center

Redbelt implementa ferramenta de gerenciamento de segurança para garantir proteção das unidades da instituição de ensino contra ataques virtuais

Da Redação

27/11/2018 às 9h29

Foto: Shutterstock

O Centro Paula Souza (CPS), órgão que administra Escolas Técnicas e Faculdades de Tecnologia do estado de São Paulo, adotou a solução de segurança para monitoramento de servidores Azure Security Center, da Microsoft, em todas as unidades. O projeto foi implementado pela parceira da Microsoft, a Redbelt, que coordenou a adoção da solução para proporciona à instituição um gerenciamento de segurança unificado, além de proteção avançada contra ameaças em cargas de trabalho de nuvem híbrida.

A Redbelt foi responsável pela análise do ambiente e implementou o Azure Security Center não apenas no ambiente de nuvem, mas também nos últimos servidores que a instituição ainda mantém no sistema on-premises, além de realizar testes para identificar possíveis vulnerabilidades.

Em média, o Azure Security Center do Centro Paula Souza captura mais de 588 milhões de eventos de segurança por semana, sendo que os eventos realmente críticos variam entre 15 e 30, como ataques por brute-force por exemplo.

Logo nos primeiros dias de operação, foram identificados dois tipos muito críticos de ataques cibernéticos: Cryptojacking (mineradores de criptomoedas) e Ransomware (sequestro de dados). Medidas de resposta a incidentes foram realizadas na sequência para combater os ataques sem danos ao ambiente.

Ameaças de tirar o sono

Ataques de ransomware são uma das principais preocupações do CPS, por terem o poder de parar toda a operação. Outro ataque que se torna cada vez mais popular é o Cryptojacking, motivados pelo crescimento astronômico das criptomoedas, e que podem sugar o poder computacional de empresas. Ambos são impulsionados pelo crescimento do "CaaS – Cybercrime as a service", que permite que ataques cada vez mais sofisticados sejam praticados por pessoas sem muito conhecimento técnico.

Ruben Pimenta, diretor de TI do Centro Paula Souza, comenta que a migração foi realizada de maneira rápida, ágil e transparente. "Além disso, a solução de segurança, gerenciada pelo OMS (Operations Management Suite), já identificou e impediu diversos ataques direcionados ao ambiente da CPS, informando de onde vinham e de que tipos eram", disse.

O executivo conta que a empresa identificou, por exemplo, que algumas máquinas nas escolas estavam sendo usadas para a mineração de bitcoin.