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Telefónica Vivo: desenvolvimento pessoal como estratégia

Por meio de programas de inclusão, capacitação e formação de líderes, companhia se compromete com a qualidade de vida e evolução dos colaboradores

Carla Matsu

18/10/2018 às 21h35

Foto: Divulgação

A máxima de que as empresas precisam encantar seus clientes também vale como referência para a Telefónica Vivo trabalhar com seus funcionários. A companhia tem implantado uma série de programas para o desenvolvimento interno dos seus colaboradores, ao mesmo tempo em que busca criar um ambiente inclusivo, flexível e com atmosfera de startup. Foi dessa forma que conquistou o terceiro lugar no ranking Melhores Empresas para Trabalhar em TI, publicado anualmente pela IT Mídia, na categoria Grandes Empresas.

"É com esse conceito de atender com excelência nossos clientes externos, que adotamos nas relações com nossos colaboradores, desde quando criamos um programa ou benefício, até a forma como eles são gerenciados ou mesmo acessados, fazendo com que todos estejam no mesmo patamar de importância e atenção", ressalta Niva Ribeiro, vice-presidente de Pessoas da Telefónica Vivo.

Uma das formas de reter talentos em um mercado cada vez mais sedento por cientistas de dados, engenheiros e programadores, é dar o apoio necessário para que esses profissionais se desenvolvam internamente.

Segundo o estudo das Melhores Empresas para Trabalhar em TI, três em cada quatro empresas do ranking possuem programas de incentivo à formação e especialização dos funcionários. Algo que é praticado pela Telefónica Vivo. A companhia oferece ações e incentivos, divulgando oportunidades internas para estimular o movimento entre áreas e carreiras.

Há ainda programas para desenvolvimento profissional que se estendem a cursos de graduação, pós-graduação ou MBA, além de cursos de idiomas. Na busca por desenvolver líderes, a empresa criou o que chama de "Academia de Líderes". Trata-se de uma plataforma de cursos relevantes para o negócio e formação da liderança e ainda a "Universidade Telefônica - Universitas". Programas de incentivos, parcerias educacionais e convênios com instituições de ensino conceituadas também integram a política da empresa.

Niva Ribeiro, vice-presidente de Pessoas da Telefónica Vivo.

Inclusão como um valor corporativo

O mercado de tecnologia tem sido cobrado constantemente a rever as oportunidades que promove e o quanto elas refletem a diversidade. Entre as Melhores Empresas para Trabalhar em TI, 81% dos cargos de alta liderança das empresas melhor avaliadas são preenchidos por homens, apesar das mulheres formarem 55% das empresas avaliadas.

Niva diz que a Telefónica Vivo revê, de maneira constante e transversal, normas, políticas e processos, para que toda e qualquer posição esteja verdadeiramente aberta a todos os públicos. Prova disso é que a empresa tem se saído à frente ao implementar programas voltados à diversidade. "Em 2016, nos tornamos a primeira telecom signatária dos Princípios de Empoderamentos das Mulheres da ONU, e nos associamos ao +Mulher 360, movimento para engajar empresas em ações para a igualdade de gênero", destaca Niva.

Neste ano, a Telefónica Vivo lançou o programa Vivo Diversidade. "Em nosso manifesto compartilhamos mais empatia, menos preconceito. Mais troca de experiências, menos bolhas. Mais acolhimento, menos julgamento. Nosso foco inicial de atuação prioriza quatro públicos, que são os pilares do programa: Gênero; LGBT+, Raça e PCD (pessoas com deficiência)", explica Niva. A ideia é estimular uma cultura mais inclusiva e um ambiente mais diverso para que, consequentemente, todos se sintam à vontade, tendo suas diferenças respeitadas.

Em busca do profissional 4.0

A flexibilidade e o ambiente ágil típico das startups é algo que a Telefónica Vivo também incorpora como diferencial na retenção de talentos. Um dos braços de inovação da empresa é a Wayra, programa de aceleração de startups lançado há seis anos e que recentemente se tornou hub de inovação aberta do Grupo Telefónica.

Neste ano foi inaugurado o Vivo Digital Labs que, segundo Niva, "é a síntese do espírito de startup" que a empresa quer fomentar, como parte da transformação digital. Localizado no próprio prédio da empresa, o espaço conta com atrativos que reforçam que colaboradores das gerações Y e Z parecem valorizar: local de café com uma horta automatizada, local para a prática de yoga, minigolfe e arena para eventos.

O Vivo Digital Labs também é ocupado por 230 colaboradores das equipes de transformação digital da Telefónica Vivo, que trabalham seguindo metodologias como Agile e o Lean, aplicando a abordagem Design Thinking. "Esses colaboradores trabalham em squads, times multidisciplinares que atuam sempre por projeto baseado nas jornadas dos clientes, com foco na solução de objetivos específicos para acelerar a transformação digital da Vivo", explica Niva.

Outro diferencial voltado para se alinhar ao perfil cada vez mais móvel dos colaboradores é o que a empresa batizou de Mobility. Trata-se de um programa recentemente implantado em que, uma vez por semana, os colaboradores elegíveis podem trabalhar de casa ou de qualquer lugar que tenha acesso à internet.

Para trabalhar em um mercado onde a urgência pela transformação digital não dá pausas, Niva diz que a companhia busca profissionais alinhados com o DNA digital. "Antenados, que sejam flexíveis e criativos", reforça Niva. Ao mesmo tempo, talentos abertos à colaboração e ao trabalho em equipe, e que sejam resilientes para atuar em um ambiente em constante transformação galgam os passos para também evoluírem na empresa. "Precisa ser uma pessoa conectada com o mundo em que vivemos e que tenha o desejo de transformar", conclui.

Top 3 entre as Grandes no ranking GPTW TI

1º SAP Labs Latin America

2º Dell EMC

3º Telefónica Vivo