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5G vai gerar US$ 1,3 tri em receitas de mídia e entretenimento até 2028

Confira as conclusões do estudo "A Economia do 5G: Entretenimento", encomendado pela Intel e realizado pela Ovum

Da Redação

17/10/2018 às 14h59

5G Mídia
Foto: Shutterstock

Empresas do setor de mídia e entretenimento disputarão um mercado de US$ 3 trilhões em receitas cumulativas no mundo wireless, na próxima década (2019-2028). É o que aponta o estudo "A Economia do 5G: Entretenimento", encomendado pela Intel e realizado pela Ovum. Experiências viabilizadas pelas redes 5G serão responsáveis por quase metade desse valor, cerca de US$ 1,3 trilhão.

Jonathan Wood, gerente geral de Desenvolvimento de Negócios e Parcerias para a área de Padrões 5G na Intel, estaca que, inevitavelmente, o 5G vai agitar o cenário de mídia e entretenimento. "Será um importante ativo competitivo para as empresas que se adaptarem. As que não o fizerem correrão o risco de fracassar ou mesmo desaparecer do mercado. A onda de transformação gerada pelo 5G não afetará um setor em particular. Este é o momento certo para que os responsáveis pela tomada de decisões nas empresas se perguntem: estamos preparados para o 5G?", afirmou.

O relatório aponta também que, já em 2025, 57% das receitas globais na área de mídia sem fio serão geradas pelo uso dos recursos da elevadíssima largura de banda das redes 5G e pelos dispositivos que as utilizam. A baixa latência dessas redes se traduz em vídeos sem atrasos ou interrupções – live streaming e download de grandes volumes acontecerão em um piscar de olhos.

Tráfego 5G

O tráfego mensal médio por assinante 5G crescerá de 11,7 GB em 2019 para 84,4 GB em 2028, momento no qual o vídeo será responsável por 90% do tráfego total por redes 5G.

VR e AR

Com previsão de garantir US$ 140 bilhões em receita cumulativa (2021-2028), experiências aprimoradas de realidade virtual e aumentada também serão um novo canal para os produtores de conteúdo buscarem atingir os consumidores.

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