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Randon aumenta em 95% eficiência na emissão de documentos fiscais

Projeto permitiu à empresa reduzir tempo de emissão dos documentos exigidos pelo SPED, de horas para minutos

Da Redação

22/06/2018 às 18h05

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A Randon, uma das maiores fabricantes mundiais de equipamentos para o transporte de carga e de autopeças, obteve um ganho de eficiência de mais de 95% na emissão dos documentos necessários para atender ao SPED (Sistema Público de Escrituração Digital). A companhia adotou a plataforma SAP TDF (Tax Declaration Framework), desenvolvida pela SAP, em projeto liderado pela Cast group.

Mateus de Abreu, gerente de TI da Randon, explica que a iniciativa visa atender ao grande volume de demandas fiscais que exigem alta capacidade de processamento do ERP da empresa. “Temos uma carga tributária muito alta, e precisávamos agilizar a elaboração e o envio das informações para o SPED, possibilitando as necessárias auditorias e correções dos dados”, destaca.

Além de implantar o SAP TDF, a Cast group agregou o serviço de gerenciamento da plataforma, somada à sua oferta exclusiva, SOFICOM - solução fiscal complementar ao ERP da SAP, desenvolvida para suportar as demandas de mercado em relação às obrigações fiscais.

O SOFICOM unido às capacidades de automação e controle da plataforma TDF, para elaboração de guias ICMS ST (GNRE) e pagamento de impostos, como DARFS’s e GNRE’s, permitiu à Randon eliminar a inclusão manual de cerca de 830 guias de tributos no ERP.

Ainda, Abreu destaca que o SPED Contábil (ECD), que é mensal, demorava em média 12 horas para ser gerado, e hoje leva somente 30 minutos. "Em um ano, o processo que levava 144 horas, caiu para apenas seis horas. Já o SPED Contribuições e o SPED Fiscal passaram de 10 horas, para cerca de 10 minutos", calcula.

A conformidade do sistema da Randon com as regras e prazos do Fisco também é outro ponto destacado. “A determinação de IVA’s (Código de Determinação de Impostos em MM SAP) trouxe automação ao nosso setor de compras, reduzindo o peso de decisões que recaem sobre a área fiscal, resultando em menos erros, maior controle e até em redução de encargos tributários”, conclui.