Home  >  Segurança

Mercado de produtos de segurança SaaS atinge US$ 4 bilhões

Guilherme Borini

30/03/2018 às 11h02

segurança
Foto:

Produtos de segurança da informação vendidos no modelo Software as a Service (SaaS) atingiram a marca de US$ 4 bilhões em 2017, aumento de 21%, graças à adoção contínua de soluções de nuvem corporativa.

A empresa de análise Canalys estima que o mercado total de segurança foi de US$ 31 bilhões em 2017, aumento de 10%.

O crescimento no setor de serviços de segurança foi o dobro do valor em comparação com o restante do mercado de segurança, com software e hardware crescendo 5% e 10%, respectivamente, alcançando US$ 27 bilhões combinados.

"No ano passado, fornecedores como Cisco, McAfee e Trend Micro fortaleceram seu portfólio de nuvem, que agora inclui uma gama maior de produtos e quase a mesma variedade de funcionalidades que são entregues quando os clientes compram uma licença de software", disse Claudio Stahnke, analista de pesquisas da Canalys.

A empresa espera que o crescimento dentro do mercado de SaaS continue em ascensão até 2018 e 2019, à medida que os fornecedores continuam melhorando seus portfólios e método de entrega. Mas o segmento de segurança de hardware e software ainda representará a maior parte do mercado de segurança.

A Canalys disse que a adoção do SaaS foi impulsionada por suas múltiplas vantagens em comparação com o licenciamento de software, mas a mudança no fluxo de receita gerou dores de cabeça para os fornecedores de segurança que precisam refazer as previsões para 2018, para não decepcionar os investidores. A Canalys usou a Symantec como um exemplo de fornecedor de segurança, que perdeu sua meta de receita do quarto trimestre porque subestimou a adoção de produtos SaaS.

"Os investidores ainda ficam assustados quando fornecedores como a Symantec não atingem a meta, mas não estamos vendo o tipo de pânico testemunhado alguns anos atrás, quando as ações da Adobe caíram após a mudança para assinaturas de sua suíte de software. Os investidores estão aprendendo que receitas baseadas em subscrição não são uma coisa ruim, mas são para onde o mercado está indo", disse Stahnke.

Tags

Tags:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *