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Bancos e Polícia Federal unem esforços para combate à fraude eletrônica

Acordo inclui nomes como BB, Bradesco, Itaú e Santander - além da Febraban

Da Redação

26/02/2018 às 18h55

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Os maiores bancos instalados no Brasil estão unindo esforços com a Polícia Federal para fortalecer o combate às fraudes bancárias eletrônicas. O acordo de cooperação técnica foi assinado nesta segunda-feira (26/2) entre as instituições financeiras, a PF e a Febraban - Federação Brasileira de Bancos, em São Paulo.

Segundo a Febraban, o acordo visa o compartilhamento de informações e as mais recentes tecnologias no combate aos crimes eletrônicos, para garantir a segurança das transações financeiras realizadas de forma eletrônica pelos clientes no setor bancário. O termo de cooperação também prevê o desenvolvimento de estudos técnicos e profissionais, além da elaboração e produção de documentos de segurança para uso nas atividades de inteligência.

O convênio regulamenta os procedimentos dos bancos para comunicar, à Polícia Federal, suspeitas ou confirmação de práticas de ilícitos penais. Além disso, trata do compartilhamento de informações sobre movimentação de recursos financeiros relacionados a crimes contra instituições financeiras.

No total, 14 bancos assinaram o termo. São eles: Banco Agiplan, Banco do Brasil, BRB - Banco de Brasília, Basa – Banco da Amazonia, Banrisul, Banese, Banco Neon, Bradesco, Banco Inter, Banestes, Itaú Unibanco, Original, Santander e Sicredi.

Murilo Portugal, presidente da Febraban, destaca que, além de investir em sistemas de tecnologia da informação para segurança, os bancos brasileiros têm como prática atuar em estreita parceria com governos, polícias e com o Poder Judiciário, para combater crimes trocando informações e propondo novos padrões de proteção.

Fernando Segóvia, diretor-geral da Polícia Federal, comenta que o acorda operacionaliza o o combate aos crimes cibernéticos em fraudes bancárias, buscando beneficiar os cidadãos de todo o País.

Segundo Segóvia, os trabalhos já terão início no próximo dia 13 de março na unidade de repressão dos crimes cibernéticos em Brasília.