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Conheça a startup de criação de sites que caiu nas graças de grandes nomes do esporte

Déborah Oliveira

20/02/2018 às 12h01

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Você pode não conhecer a Wix, startup israelense criada em 2006, focada na criação de sites de forma simples e intuitiva. Mas se você já acessou os portais do Flamengo, Manchester City e New York Yankees, então já teve contato de alguma forma com a tecnologia da empresa, que caiu na graça dos grandes nomes do esporte.

David Schwartz, vice-presidente de Produto da Wix, explicou em conversa com a Computerworld Brasil que o fato de a companhia oferecer opções de layout pré-definidos, além de um sistema de gestão de relacionamento com o cliente por trás são grandes os diferenciais da companhia, que aposta no modelo freemium - gratuito, mas com opções pagas como armazenamento de dados, suporte personalizado e criação de lojas virtuais. “Não somos uma empresa para empresas. Quando falamos para usuários, aí sim é uma solução para todos.”

Com mais de 122 milhões de usuários em todo o mundo, a Wix faturou em 2017 US$ 307 milhões e o Brasil é o segundo maior mercado da empresa, que soma 13 milhões de clientes em solo nacional, de pequenos negócios a desenvolvedores independentes. Os Estados Unidos é o número um atualmente.

“Nossas ferramentas podem ser usadas por pessoas sem nenhuma habilidade técnica. Até mesmo minha mãe pode usar”, brincou ele, acrescentando que para facilitar ainda mais o manuseio da ferramenta a empresa está agora usando inteligência artificial (AI) para mostrar recursos e formas de design com base em perguntas, respondidas pelo sistema de AI, ajudando ativamente na construção de sites.

Outro conceito que foi amplamente integrado à Wix foi a experiência do cliente. “Pegamos o usuário pela mão de forma virtual, pois a ferramenta é muito fácil de pilotar”, garante Schwartz.

Fortalecimento no Brasil

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Schwartz contou que a Wix está trabalhando ativamente para fortalecer sua presença no Brasil. Uma das frentes é aumentar o suporte em idioma local. Outra estratégia colocada em prática é ouvir cada vez mais o feedback da comunidade para endereçar necessidades locais. Uma das atividades executadas nesse sentido já há um tempo foi permitir pagamentos com cartões ou métodos de pagamento que só podem ser utilizados no Brasil.

“O fato de sermos de Israel e o Brasil ser nosso segundo maior mercado, mostra que estamos comprometidos com o País. Esse é um grande foco para nós. Estive há duas semanas no País e estou acompanhando de perto o ambiente de empreendedores, o que me deixa muito satisfeito”, finaliza.

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