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Empresas B2B também devem cuidar da cibersegurança no Natal

Já parou para pensar o que o sequestro de dados pode causar na distribuidora, no centro atacadista ou no supermercado?

Leonardo Barros

20/12/2017 às 9h54

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Em tempos de circulação crescente de ransoware e malware, o mercado B2B deve ficar tão atento quanto o cliente final aos ataques cibernéticos ocorridos durante a época de Natal. Diante de um ataque, varejistas e atacadistas distribuidores podem sofrer com a perda temporária ou até mesmo permanente de dados importantes, com a interrupção de serviços regulares e a pior de todas: perdas financeiras associadas à restauração do sistema, custos legais e de TI. O cenário se agrava ainda mais se o ambiente de TI da empresa B2B for dentro de casa.

Já parou para pensar o que o sequestro de dados pode causar na distribuidora, no centro atacadista ou no supermercado? Só como primeiro exemplo, um ciberataque tem chances de fazer paradas bruscas em toda a operação do estabelecimento, que podem comprometer o andamento dos negócios, além de gerar uma imagem ruim e de desorganização para o seu cliente.

Uma boa medida preventiva é contar com o apoio terceirizado de um parceiro especializado, responsável por cuidar dos sistemas que suportam as rotinas do negócio, principalmente no período da alto tráfego, como o Natal. Este suporte envolverá desde a infraestrutura até às estratégias móveis e de segurança para que a equipe foque somente suas reais aptidões em atividades mais estratégicas - leia-se aqui os lucros provenientes da época mais lucrativa para o comércio brasileiro .

Os serviços prestados por uma provedora de TI também deixam o ambiente tecnológico mais seguro, impedindo a chegada de ameaças desconhecidas, aquelas que não conseguem ser barradas por sistemas tradicionais de defesa. A regra prática é ir além da simples varredura de primeiro nível.

Em eventos como o Natal, internet e segurança precisam andar lado a lado em prol da empresa. Neste caso, o fornecedor terá o importante papel de implementar e gerenciar uma plataforma de segurança capaz de bloquear os novos malwares e ransomwares, que se popularizam no Brasil e significam uma oportunidade valiosa para os agentes maliciosos se aproveitarem deste momento de fluxo intenso de compras para realizar os ataques.

Já imaginou não ter a visão dedicada de um especialista para barrar esta atuação maléfica? O caos estaria instaurado e o Natal viraria um show de horrores.

(*) Leonardo Barros é diretor executivo da Reposit Tecnologia