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Setores automotivo, aeroespacial, defesa e manufatura lideram projetos de fábricas inteligentes

Estudo do Instituto de Transformação Digital da Capgemini revela que 21% dos fabricantes esperam que suas fábricas sejam inteligentes até 2022

Da Redação

29/05/2017 às 12h35

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Até o fim de 2022, metade das fábricas poderão ser inteligentes, de acordo com relatório do Instituto de Transformação Digital da Capgemini. O estudo revela que em cinco anos, 21% dos fabricantes esperam que suas fábricas sejam inteligentes. Setores como aeroespacial e defesa, produção industrial e automotiva, nos quais as pessoas já trabalham ao lado de máquinas inteligentes, devem liderar a transição.

O levantamento feito pela Capgemini, aponta ainda que apenas 16% dos entrevistados disseram não possuir projetos de fábrica inteligente ou planos futuros para implementar uma. Sessenta e sete por cento da indústria de manufatura e 62% da aeroespacial e de defesa têm iniciativas de fábricas inteligentes.

Geralmente descrita como pilar da “revolução digital industrial”, a fábrica inteligente faz uso de tecnologias digitais como IoT (Internet das Coisas), big data/analytics, inteligência artificial e robótica avançada, para aumentar produtividade, eficiência e flexibilidade. Os recursos da fábrica inteligente incluem robôs, trabalhadores que usam componentes de realidade aumentada e máquinas que enviam alertas quando precisam de manutenção.

Para a pesquisa, que foi realizada entre fevereiro e março deste ano, foram entrevistados mil executivos que ocupam cargos de direção em empresas de manufatura, com uma receita de mais de US$ 1 bilhão ao ano. A pesquisa foi conduzida em seis setores: manufatura industrial, automotivo e transporte, energia e utilities, aeroespacial e defesa, ciências da vida e produtos farmacêuticos e bens de consumo.  Executivos da Alemanha, China, Estados Unidos, França, Índia, Itália, Reino Unido e Suécia responderam entrevistas qualitativas e quantitativas.

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