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Empresas monitoram rede para evitar sobrecarga durante Rio 2016

Pesquisa da Riverbed revela que companhias estão preocupadas com o impacto do acesso à conteúdos dos jogos no ambiente de tecnologia

Da Redação

05/08/2016 às 14h50

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As empresas esperam potenciais oscilações nos serviços e até possível estrangulamento de rede com o aumento de acessos dos funcionários ao conteúdo online de transmissão da cobertura dos Jogos Olímpicos.

A constatação vem de uma pesquisa global da Riverbed Technology, realizada em julho deste ano, junto a 102 profissionais de TI nos Estados Unidos, 100 no Reino Unido, 100 na Austrália e 101 no Brasil.

Os entrevistados foram questionados se tiveram algum problema, pelo menos uma vez, com suas redes (incluindo Wi-Fi) devido ao grande volume de acesso durante algum evento de grande porte. A maioria (69%) respondeu que sim, com 30% deles afirmando que tiveram mais de um problema.

O estudo revela que 70% dos pesquisados pensam em limitar de alguma forma o acesso dos funcionários ao conteúdo do evento, com 24% afirmando que irão (de fato) limitar e 46% dizendo que provavelmente devem limitar o conteúdo.

Dentre os entrevistados, 85% pretendem monitorar mais de perto o desempenho de suas aplicações e redes, principalmente devido à sobrecarga decorrente do grande acesso dos funcionários ao conteúdo dos jogos olímpicos. Apenas 2% não demonstraram muito interesse em monitorar de forma diferente durante esse período.

Segundo a pesquisa, 48% das companhias esperam que os funcionários acessem o conteúdo das Olimpíadas usando as redes corporativas com mais frequência de seus desktops e laptops; seguido por smartphones (34%) e tablets ou outros dispositivos que não sejam smartphones (18%).

O Brasil foi o único país pesquisado que acreditou, por uma pequena margem, que a maioria dos seus funcionários acessaria mais via smartphones do que em qualquer outro dispositivo.

Menos da metade das companhias (43%) estava muito confiante que suas organizações poderiam proteger aplicações críticas durante eventos de alto tráfego de rede, enquanto 12% não estavam confiantes.

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