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Menos de um terço das empresas brasileiras têm políticas de Byod

Pesquisa da MDM Solutions aponta que 29% das companhias permitem que todos funcionários tragam dispositivos para o ambiente corporativo, mesmo sem regras claras

Da Redação

15/04/2015 às 15h27

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Apenas 25% das empresas brasileiras possuem uma estratégia formal e políticas claras para endereçar demandas de consumerização (ou Byod). Pelo menos é isso que aponta uma pesquisa encomendada pela fornecedora MDM Solutions, que questionou 73 empresas que operam no País.

De acordo com o levantamento, 29% das companhias não trabalham com uma política formal e permitem que todos funcionários tragam dispositivos para o ambiente corporativo. Além disso, 20% não têm uma estratégia formal, embora pense em adotar regras ao longo dos próximos anos. Em 15% dos casos, as autorizações quanto ao uso de dispositivos pessoais no ambiente corporativo são feitas em casos pontuais.

Para 39% das empresas modelo de Byod mais adequado é aquele que a empresa escolhe o modelo e paga pega pelo dispositivo usado pelo colaborador.

Em contraste ao cenário apontado na frente de consumerização, quase 40% das empresas avaliou que já utilizam dispositivos móveis de forma madura e estruturada e um terço (34%) afirmou que têm estratégias de mobilidade em estágio inicial ou caráter de testes.

Dentre as empresas que usam ou pretendem usar algum tipo de ferramenta para gerir seu parque de dispositivos móveis, 42% apostam no MDM (mobile device managment) com gerenciamento dos aparelhos de forma centralizada e integrada. O MEM (Mobile E-mail Management) segue com 18% e MAM (Mobile Application Management) com 14%.

As expectativas de retorno quanto a estratégias de mobilidade apontados pelos respondentes tocam questões como ganho de produtividade em tarefas operacionais (citado por mais de 67% dos entrevistados), melhor atendimento ao cliente (57%) e ganhos de produtividade nas tarefas de gestão (50%).

“A principal preocupação dos líderes de TI é quanto à segurança das informações, totalizando 60% respostas. Em segundo lugar, o item que mais gera dor de cabeça é a identificação do modelo de BYOD mais adequado para atender à demanda de negócio, com 54%”, estampa o relatório.

A pesquisa, que coletou informações de 73 empresas, ficou em campo de 23 de novembro de 2014 a 13 de março de 2015. Cerca de 34% do universo entrevistado fatura acima de R$ 1 bilhão. Além disso, mais da metade dos entrevistados destina até 3% do seu faturamento para investimentos e manutenção em TI.

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