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Todos os bancos e e-commerces brasileiros estão vulneráveis, aponta estudo

Segundo Return Path, baixa proteção por parte das instituições brasileiras relaciona-se à falta de conhecimento de ferramentas de combate a fraudes

Redação

19/11/2014 às 16h56

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Nenhum dos 96 bancos e 255 e-commerces brasileiros avaliados em estudo recente da Return Path possuem proteção completa contra e-mails fraudulentos. Em outras palavras: não tem a solução capaz de bloquear uma mensagem antes que ela chegue à caixa de entrada do internauta. 

“Acredito que a baixa adoção à políticas de proteção de e-mails por parte das empresas e instituições brasileiras está relacionada à falta de conhecimento de ferramentas eficientes no combate às fraudes”, comenta Louis Bucciarelli, diretor regional da provedora de tecnologias de mensageria para a América Latina, em comunicado.

O levantamento aponta ainda que os fraudadores exploram duas vulnerabilidades na rede: a social, com a falta de atenção dos internautas ao receberem mensagens eletrônicas; e a técnica, com a sofisticação na formatação de e-mails fraudulentos, que cresce em larga escala. 

Bucciarelli considera que a evolução do cibercrime é um alerta para a necessidade de empresas, instituições e órgãos monitorarem o uso de seus domínios de e-mails de uma maneira mais eficiente, garantindo, de forma proativa, a proteção de seus clientes e, como consequência, da reputação da própria marca.