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Compras de TI ainda estão nas mãos dos CIOs, mas poder começa a se diluir

As unidades de negócios (LOB) estão lentamente ganhando mais influência na decisão de TI e os CIOs vão precisar aderir à tendência, diz estudo da Forrester

IDG News Service

24/02/2014 às 9h00

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Os CIOs ainda têm a última palavra sobre os gastos com TI, mas com o
tempo eles vão trabalhar mais perto das unidades de negócio
no que diz respeito às decisões de compra, revela estudo da Forrester Research.

Apenas 6,3% das novas compras de tecnologia nos EUA foram feitas e
implementadas pelas unidades de negócios em 2013, de acordo com o
autor do relatório, Andrew Bartels, vice-presidente e principal
analista da Forrester. Em cerca de 9% dos gastos que envolviam
tecnologia, a unidade de negócio escolheu mas foi a equipe do CIO que a
implementou e geriu.

No entanto, “o processo de compra ideal de tecnologia é aquele em que as áreas de negócio e a equipe do CIO trabalham em conjunto para identificar uma
necessidade, encontrar e financiar uma solução, escolher o fornecedor ou
fornecedores certos, implementá-la e geri-la”, escreveu Bartels no
relatório. “Estimamos que mais de um terço das compras de tecnologia vai se encaixar nesse perfil até 2015″.

Além disso, a parte da compra de tecnologia que é feita “principalmente ou exclusivamente” pelo departamento de TI cairá de 55% para 47% até 2015,
acrescentou Bartels.

Ainda assim, “os especialistas que  afirmam que os gastos de tecnologia estão se deslocando do departoamento de TI para as áreas de negócio falham ao apreciar o complexo processo envolvido na
compra e manutenção da tecnologia”, diz o relatório.

A quota dos gastos com novas tecnologias pelas unidades de negócios
subiu entre 2010 e 2012, alimentada por compras de smartphones e de
tablets, mas esta tendência vai diminuir com esses dispositivos passando a fazer parte dos orçamentos consolidados, segundo
Bartels.