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Negócios com videoconferência devem crescer 20% na AL

Projeções são da Frost & Sullivan, que estima faturamento do setor de US$ 294 milhões até 2017. Brasil e México são os destaques nessa receita.

Redação

23/03/2011 às 12h10

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Companhias da América Latina estão recorrendo mais aos sistemas de videoconferência para aumentar a produtividade, oferecer mais mobilidade aos seus profissionais e reduzir custos com viagem, revela estudo da Frost & Sullivan. Segundo a consultoria, os negócios nessa área vão registrar na região taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 20,9% nos próximos sete anos e alcançar receita de 294 milhões de dólares até 2017.

Em 2010, o setor fechou na AL com faturamento de 78 milhões de dólares. A consultoria de pesquisas prevê que o Brasil e o México se tornarão os principais mercados para a venda dessa tecnologia na região.

A Frost & Sullivan avalia que no ano passado começaram surgir ofertas mais competitivas de videoconferência. O número limitado de participantes nesse mercado intensificou-se: os três principais players juntos representavam mais de 85% do mercado total no ano passado.

Apesar da concentração da indústria, a consultoria afirma que os preços devem diminuir no médio prazo, principalmente pelo fato de as tecnologias de videoconferência tornarem-se mais acessíveis. O mercado de videoconferência conta com três segmentos principais: terminais, telepresença e infraestrutura. No cenário atual, os terminais representam cerca de 65% das receitas totais.

No entanto, a telepresença vem registrando maior crescimento no mercado latino-americano, com um CAGR estimado de 27,1% entre 2010-2017. Por outro lado, é provável que a demanda por salas de conferência e sistemas desktop executivo cresça entre pequenas e médias empresas, que constituem um mercado pouco explorado.

Embora o espectro de serviços de videoconferência esteja expandindo na AL, os fornecedores enfrentam muitos desafios com todas as alterações nas linhas de produto e com o crescente número de ofertas. "É extremamente importante que os fornecedores entendam que as soluções devem ser posicionadas para cada segmento na América Latina.

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Além disso, eles precisam aprender a adaptar as soluções e as ofertas apresentadas aos clientes com base em suas necessidades, tais como a integração com outros aplicativos e equipamentos já existentes e a capacidade de expandir soluções como uma opção modular. Eles precisam aumentar a conscientização sobre os benefícios das soluções de vídeo ", diz o consultor Rodrigo Lima, analista de mercado da Frost & Sullivan.