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Conficker ainda ameaça infraestrutura das empresas

São Paulo - Malware saiu da mídia, mas ainda pode causar estragos nas redes corporativas. Especialista recomenda atitude proativa de segurança.

Rodrigo Afonso

25/05/2009 às 19h28

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Um levantamento realizado por pesquisadores da Symantec indicou que 50 mil computadores são infectados diariamente pelo vírus Conficker. A notícia acende um sinal de alerta para as empresas: apesar de não ser mais um grande foco, o vírus ainda precisa de atenção, principalmente por seu caráter mutante.

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Segundo Rogério Bartholomeu Alexandre, da Enterasys Network, fornecedora de infraestrutura de redes, os pen drives, largamente utilizados em corporações de todos os portes, ainda são um dos maiores responsáveis por infectar a rede. “Ele não chega a ser colocado como uma ameaça de risco máximo, mas pode aumentar o fluxo da rede, trazer problemas na banda, atrapalhar processo e provocar vazamento de informações”, diz.

Alexandre afirma que quem criou esse vírus provavelmente tem um grande conhecimento do código fonte da Microsoft, pois conseguiu criar uma praga mutante capaz de se manter ativa por muito tempo. “Daí a importância de procurar uma proteção mais ampla do que somente um antivírus estático, que pode não reconhecer as variações do vírus. É necessário manter uma postura proativa”, afirma.

O profissional recomenda que as empresas também bloqueiem o uso do pen drive, quando possível, e reforcem as políticas de segurança. “Além disso, o vírus é um alerta para que ações como detecção e prevenção de intrusão sejam, reforçadas, além de gerenciamento de controle de acesso à rede”, completa.

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