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Pesquisa diz que filtros antispam são prejudiciais às empresas

Pesquisa da Fecemd apresenta um manifesto contra os filtros antispam, que são complexos e impedem a comunicação entre as empresas e seus clientes com fluidez.

Redação

03/03/2008 às 11h30

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Um estudo da Federação Espanhola de Comércio Eletrônico e Marketing Diretor (Fecemd) revela que os filtros antispam atrapalham a comunicação dos executivos das empresas e seus clientes. Quando acontece, o processo não tem fluidez, o que afeta diretamente o resultado dos negócios.

A pesquisa realizada com 400 empresas do setor revela que mais de 30% dos e-mails que a maioria das empresas enviam (50%) a seus clientes se armazenam na pasta de lixo eletrônico, e-mails não desejados ou são até devolvidos aos remetentes.

Isso acontece porque os filtros antispam são cada vez mais herméticos, o que provoca que até newsletters, solicitadas previamente, não apareçam entre as mensagens recebidas e os localizadores de envio façam com que não cheguem corretamente e no prazo desejado.
A pesquisa também revela que a maioria das empresas estima que isso impacta diretamente nas vendas pela internet, diminuindo-as em 20%.

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A Fecemd qualifica esta situação como muito grave e não descarta fazer ações legais na Agência Espanhola de proteção de dados contra os provedores de serviços de correio eletrônico se não se estabelecem em curto e médio prazo soluções para o que, segundo o diretor da federação, José Luiz Zimmermann, “supõe que um obstáculo ao desenvolvimento da Sociedade da Informação na Espanha e um freio para o desenvolvimento da economia digital e a liberdade da empresa”.

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