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Ballmer lança Windows Server 2008 e exalta profissionais de TI

CEO da Microsoft também apresenta Visual Studio 2008 e SQL Server 2008 e chama profissionais de “coração e alma” da indústria.

IDG News Service

28/02/2008 às 10h06

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Além de lançar uma série de atualizações de produtos corporativos na quarta-feira (27/02), Steve Ballmer, CEO da Microsoft, exaltou a base de profissionais de TI que utilizam os produtos da companhia, chamando os de “coração e alma” da indústria.

Os novos softwares Windows Server 2008, Visual Studio 2008 e SQL Server 2008 foram apresentados na quarta, em um evento que levou o nome de “Heróis Acontecem {aqui}”, em homenagem aos profissionais de TI.

Detalhes dos produtos já haviam sido fornecidos e amplamente discutidos, fazendo do evento um anticlímax.

Ballmer falou da visão de “TI Dinâmica” da Microsoft, que abrange quarto tópicos discutidos pelos clientes com a empresa: ter agilidade e gerenciar complexidade; proteger informações e restringir o acesso; entregar valor de negócio; e garantir que os profissionais de TI não fiquem desamparados.

O CEO também pintou a Microsoft como a empresa que vai levar a TI do data center para o navegador.

“Acreditamos que agora temos a melhor plataforma para hospedar aplicações na web”, apontou Ballmer, referindo-se ao servidor Internet Information Services e ao Silverlight, plug-in para browser que permite desenvolver aplicações ricas para internet.

O Windows Server 2008 começa a ser vendido na próxima semana, seguido pelo SQL Server 2008 no terceiro trimestre. “Esta é a versão mais significativa do Windows Server desde o seu lançamento”, observou o CEO.

A expectativa é de que mais clientes comprem as versões de 64-bits dos produtos, graças à maior disponibilidade de hardwares x86 de 64-bits e às tendências de virtualização e consolidação.

Ballmer falou sobre o futuro lançamento da tecnologia de virtualziação da Microsoft, o Hyper-V, que será oferecido para a versão 64-bits do Windows Server 2008.

“Acho que todos sabem que não somos líderes em virtualização de servidores”, ele reconheceu. “Queremos democratizar a virtualização. A virtualização deve ser capaz de rodar, se for desejado, em 90% ou 100% dos servidores, e não os atuais 5% ou 7%.