Home  >  Negócios

Sidnei Stifelmann será o country manager da CommWorks no Brasil

Criação da nova empresa, ex-divisão de Carrier Network Business da 3Com, foi anunciada esta semana. De acordo com o diretor de operações para a América Latina, Claus Schali, crescimento no Brasil deve ser de, pelo menos, 30% este ano.

Fábio Barros

05/01/2001 às 19h36

Foto:

A 3Com anunciou esta semana a criação da CommWorks Corp., subsidiária que irá se dedicar exclusivamente ao mercado de provedores de serviços. A nova empresa nasce da antiga divisão Carrier Network Business, herdando sua estrutura, conhecimento e clientes.

Voltada ao oferecimento de infra-estrutura de acesso e plataformas de serviços IP, a CommWorks, como subsidiária independente, ganha maior autonomia e recursos próprios para agir no mercado de telecomunicações. Na América Latina, a nova empresa nasce com escritórios no Brasil, México, Chile, Argentina, Colômbia, Venezuela e Miami.

“A região foi nosso melhor mercado em 2000, e deve continuar mantendo suas taxas de crescimento este ano”, afirma Claus Schali, diretor de operações para a América Latina, única região a superar as metas de faturamento da divisão. Embora ainda não tenha números fechados, o executivo disse esperar um crescimento mínimo de 30% este ano, tanto no Brasil como no restante da América Latina. Nos últimos dois trimestres fiscais, a divisão Carrier Network Business faturou US$ 261 milhões.

Sobre a atuação da nova empresa, Schali afirmou que o foco sobre soluções wireless e telefonia IP será mantido. “Tivemos sucesso neste mercado no ano passado e vamos continuar investindo fortemente em soluções baseadas no padrão IP”, afirma.

No Brasil, o executivo adianta que o comando da operação ficará a cargo de Sidnei Stifelmann e que a estrutura da divisão será mantida. Stifelmann, há alguns meses na divisão, tem passagens pela Clarent (sistemas VoIP), Eriline, Centigram, Prologica e CCE.

“A subsidiária vai funcionar dentro das instalações da 3Com e a equipe deverá crescer 30% nos próximos seis meses”, diz. O prazo, aliás, é o mesmo para a definição dos investimentos a serem feitos tanto no Brasil quanto na região.