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Daniel Moreira assume comando da Siebel

Ex-Cambridge Technology, e oficialmente empossado em 14 de novembro de 2000, Moreira pretende consolidar a companhia como líder de mercado no Brasil.

admin

03/01/2001 às 14h42

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Empossado oficialmente em 14 de novembro do ano passado, Daniel Moreira assume o cargo de country manager da Siebel, no lugar de Carlos Rosolem. Moreira teve, por dois anos, o mesmo cargo na Cambridge Technology e passou também pela Ericsson e pela Origin.

Na fornecedora de soluções de relacionamento, ele pretende consolidá-la como líder de mercado no Brasil. “O momento é promissor, a economia está aberta e a ordem do dia é tratar o cliente como ele merece”, frisa o executivo.

De acordo com Moreira, os recentes contratos fechados com o banco Santander, Globo.com, Eucatex, Globocabo e Telemar estão demostrando o potencial do mercado nacional. “Telecomunicações, utilities e companhias de comunicação em geral são o foco da Siebel em 2001”, aponta Moreira.

No Santander, a solução Siebel – que deve ter implantação iniciada ainda este mês – fará automação de representantes e parceiros. O Call Center também será adotado na instituição. Já Globo.com e Eucatex optaram apenas pelo Call Center.

Apesar de satisfeita com os seus resultados em 2000, a Siebel admite que o mercado brasileiro não investiu tudo o que podia em software de CRM (Customer Relationship Managment). “O Brasil não correspondeu à expectativa que nós tínhamos. Depois da ‘ressaca’ do bug do milênio, só no segundo semestre de 2000 as empresas começaram a pensar mais seriamente na aquisição de aplicativos”, avalia Augusto Pinto, vice-presidente da Siebel para a América Latina.

Ele informa que, em 2000, a companhia vendeu entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões na América Latina (software e serviços) e para o ano que vem a cifra deve chegar aos US$ 100 milhões. Desse bolo, o Brasil deve ficar com quase a metade, o que representaria um aumento de três vezes na receita nacional, se comparada ao exercício atual.

“Estamos observando um crescimento muito rápido na demanda e o mercado está entendendo melhor o significado do CRM”, afirma Augusto Pinto, que acredita que o software de relacionamento está ainda amadurecendo no Brasil.

Além disso, o executivo observa que, nesta área, ainda faltam os grandes projetos como os que aconteceram com os software de gestão. “As corporações ainda estão aprendendo a lidar com o sistema”, explica, mas reitera que grande bancos, operadoras de telecomunicações e grandes empresas já adotaram ferramentas de relacionamento com os clientes.

A solução Siebel Enterprise 2000 é voltada para as grandes companhias, mas a Siebel não deixa de lado um filão que certamente tem potencial no país. De acordo com Augusto Pinto, as pequenas e médias empresas também estão começando a observar os benefícios do CRM.