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Visto eletrônico brasileiro estará disponível para australianos, canadenses, americanos e japoneses

Previsão é que o sistema esteja integrado, em futuro próximo, com os e-Gates — serviços automatizados de conferência de passaportes — nos aeroportos brasileiros, atualmente exclusivos para cidadãos do Brasil

21 de Novembro de 2017 - 19h03

O Programa de Visto de Visita por Meio Eletrônico (e-Visa) estará disponível a partir desta terça-feira, 21, para os cidadãos australianos e, a partir de janeiro de 2018, canadenses, norte-americanos e japoneses também poderão requerer o visto brasileiro. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o sistema dá mais rapidez e comodidade à solicitação de visto para o Brasil e aumenta a eficiência na prestação dos serviços consulares.

Para que a pessoa possa embarcar para o Brasil, é necessário que apresente à companhia aérea a cópia impressa ou imagem digitalizada do visto eletrônico. A Polícia Federal está plenamente integrada ao novo sistema, e há a previsão de integração, em futuro próximo, com os e-Gates — serviços automatizados de conferência de passaportes — nos aeroportos brasileiros, atualmente exclusivos para cidadãos do Brasil.

Em 2016, os consulados brasileiros localizados nesses quatro países foram responsáveis por 63,74% da demanda mundial por vistos de turismo e 58,15% da demanda por vistos de negócios rumo ao Brasil. O e-Visa brasileiro custará US$ 40, cerca de R$ 130. Diferente do visto comum, que tem validade de até cinco anos, o e-Visa tem validade máxima de dois anos e não exclui a possibilidade de o interessado solicitar visto da forma tradicional, por meio da rede consular brasileira.

O estrangeiro do Canadá, Estado Unidos, Japão ou Austrália interessado em vir ao Brasil poderá requerer o e-Visa e obtê-lo de forma remota, pelo site ou aplicativo em celular ou tablet pelo www.vfsglobal.com/brazil-evisa. O programa eletrônico estará disponível a partir  de 11 de janeiro de 2018 para os japoneses, de 18 de janeiro de 2018 para os canadenses e de 25 de janeiro de 2018 para cidadãos norte-americanos. *Com Agência Brasil.